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Ataque à capital do Haiti é iminente, diz líder rebelde | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os rebeldes que controlam metade do Haiti afirmaram nesta quinta-feira que um ataque à capital do país, Porto Príncipe, é iminente. "Isso vai acabar muito em breve", disse Guy Philippe, um dos principais líderes rebeldes haitianos. Philippe pediu que a população fique em casa quando as tropas entrarem na capital e voltou a pedir que o presidente Jean-Bertrand Aristide renuncie ao cargo. De acordo com o líder rebelde, as forças de oposição cercaram Porto Príncipe "quase inteiramente". Barricadas com fogo foram erguidas em muitas partes da capital por grupos armados leais a Aristide que se preparam para defender a cidade. Frente diplomática Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU iniciou uma reunião de emergência, a pedido da Jamaica, que preside a Caricom, comunidade de 15 nações do Caribe. O Conselho estuda um plano de cinco pontos proposto pela França. O plano inclui o destacamento de uma força civil internacional e eleições presidenciais. Na Europa, uma delegação do governo haitiano chegou a Paris para discutir uma solução para a crise. O grupo é chefiado pelo ministro haitiano das Relações Exteriores, Joseph Phillippe Antonio. Eles devem se encontrar com representantes da oposição civil e com o ministro francês das Relações Exteriores, Dominique de Villepin, nesta sexta-feira. Encontros separados também serão realizados pela Organização dos Estados Americanos (OEA) em resposta à rejeição pela oposição do Haiti de um plano de paz apresentado nesta semana pelos Estados Unidos. |
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