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Atualizado às: 11 de fevereiro, 2004 - 21h24 GMT (19h24 Brasília)
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Bush pede esforço contra proliferação nuclear
George W. Bush
Bush tenta recuperar sua popularidade com o discurso
Com sua popularidade caindo nas pesquisas, o presidente americano pediu um esforço internacional para a contenção da ameaça nuclear em um discurso na Universidade de Defesa Nacional, nesta quarta-feira.

Bush pediu para que os mecanismos reguladores de tratados internacionais e o órgão fiscalizador da ONU se tornem mais rígidos. Entidades como a Interpol, a polícia internacional, se uniriam no esforço para conter o movimento ilegal de tecnologia nuclear.

A medida incluiria um limite no número de países que terá direito de produzir combustível nuclear.

A Agência Internacional de Energia Atômica também foi criticada por Bush.

“Consequências indesejáveis”

Ele disse que vai pressionar por uma reforma na instituição e declarou que países como o Irã não deveriam ter um lugar no seu comitê.

Bush disse que armas nucleares nas mãos de terroristas e regimes “fora-da-lei” são uma ameaça para a paz mundial.

O presidente americano elogiou a decisão do líder da Líbia, o Coronel Kadafi, de abandonar projetos de armas de destruição em massa, e disse esperar que outras nações seguissem o mesmo exemplo ou então elas sofreriam “isolamento internacional, punições econômicas e outras consequências indesejáveis.”

Bush disse que sua administração está determinada a "lidar com a ameaça das armas de destruição em massa diretamente de sua fonte, impedindo que elas sejam construídas, transportadas ou usadas".

Ele disse que alguns dos que desenvolvem tais armas seriam regimes pouco abertos, que representam ameaças diferentes e deveriam ser tratados de maneiras distintas.

Bush mencionou especificamente o Iraque, o Irã e a Coréia do Norte.

Mereceu um destaque no discurso de Bush o caso do cientista paquistanês Abdul Khan, recentemente perdoado pelo presidente do país, o General Musharraf, por ter cedido segredos militares a Líbia, Irã e Coréia do Norte.

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