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Paraguai: Juiz determina prisão de Stroessner O juiz paraguaio Arnaldo Fleitas expediu uma ordem internacional de prisão contra o ex-presidente militar do Paraguai, Alfredo Stroesser, que vive exilado no Brasil. Stroessner deixou o seu país em 1989, quando foi destituído do poder, sob acusações de violações dos direitos humanos. O juiz Arnaldo Fleitas determinou o mandado prisão de Stroessner, que vai completar 91 anos em 3 de novembro, à Interpol baseando-se em uma ordem de prisão de 2002. O caso diz respeito à morte de Celestina Perez, em 1974. Perez era a mulher do ativista de direitos humanos Martín Almada. O ex-ministro do Interior Sabino Montanaro, exilado em Honduras, também está implicado no caso. Celestina Perez morreu quando Almado, que ajudou na revelação de arquivos da polícia secreta em 1992, estava preso e sendo torturado, segundo as acusações apresentadas pela promotoria. Stroessner é acusado de ser o autor moral do assassinato de Perez, que, segundo os juízes, teria morrido em conseqüência da tortura psicológica a que foi submetida por meio de telefonemas e cartas em que as autoridades a informavam sobre as torturas que Almada sofria na prisão. |
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