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FMI perdoa US$ 4,8 bi em dívidas de países pobres | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciou nesta quinta-feira o perdão de US$ 4,8 bilhões (cerca de R$ 10,46 bilhões) das dívidas de 20 dos países mais pobres do mundo. A medida é parte do esforço multilateral de perdão da dívida, em uma iniciativa proposta em julho passado pelo G8, grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia. O G8 estabeleceu a meta de perdoar US$ 55 bilhões (cerca de R$ 119,757 bi) de dívidas dos países mais pobres do mundo no Banco Mundial e no FMI. Cerca de 70% dessas dívidas são com o Banco Mundial, enquanto o resto é devido ao FMI e ao Banco de Desenvolvimento Africano. Na semana que vem, o Banco Mundial deve anunciar um pacote de perdão de dívida de US$ 38 bilhões (cerca de R$ 82,9 bilhões). Corrupção reduzida Entre os países beneficiados estão Benin, Bolívia, Burkina Fasso, Camboja, Etiópia, Gana, Guiana, Mali, Nicarágua, Níger, Ruanda e Tanzânia. A maioria deles se qualificou para o perdão da dívida do FMI depois de adotar reformas econômicas e medidas para reduzir a corrupção. O objetivo da iniciativa é liberar os países pobres dos pagamentos de juros e permitir que eles invistam mais para melhorar as condições de vida de suas populações e reduzir a pobreza. O perdão é visto como um passo crucial para cumprir as Metas do Milênio estabelecidas pela ONU, que prevêem a diminuição pela metade do número de pessoas vivendo em extrema pobreza até 2015. |
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