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China pede fim de subsídios agrícolas até 2010 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Comércio da China, Bo Xilai, pediu nesta terça-feira aos países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) que aceitem o prazo até 2010 para acabar com os subsídios às exportações agrícolas. Em uma reunião nesta terça-feira com o diretor-geral da OMC, Supachai Panitchpakdi - no início do encontro ministerial de dois dias da OMC na cidade de Dalian, na China -, Bo Xilai afirmou que estes objetivos serão a base para concluir com sucesso a Rodada de Doha da OMC, que visa liberalizar o comércio. "Apresentei as sugestões à União Européia, Índia, Brasil e aos Estados Unidos. Uma delas é se podemos nos esforçar para finalizar um consenso a respeito do cronograma para a eliminação dos subsídios às exportações, mais precisamente, até 2010", disse o ministro chinês, de acordo com a agência de notícias France Presse. "Meu julgamento, até o momento, é que a União Européia e os Estados Unidos estão com uma atitude positiva. Índia e Brasil também querem algum progresso na questão da agricultura", disse Bo Xilai durante sua reunião com Panitchpakdi. Hong Kong Autoridades do setor de comércio dos Estados Unidos, China, União Européia e outros 27 países participam da reunião. O objetivo do encontro é diminuir as discordâncias entre os países a tempo da reunião dos ministros de comércio dos países membros da OMC, agendada para dezembro em Hong Kong. O prazo até 2010 para a eliminação dos subsídios às exportações, citado pelo ministro do comércio chinês Bo Xilai, também foi mencionado pelo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, na cúpula do G8, na semana passada, na Escócia. Mas as negociações já ultrapassaram prazos estipulados anteriormente e a reunião da OMC em dezembro é vista como uma das últimas chances de voltar à agenda original. "Cada hora deve ser importante", disse o diretor-geral da OMC, Supachai Panitchapakdi, que deve deixar o cargo em agosto, sendo substituído pelo ex-comissário de comércio da União Européia, Pascal Lamy. |
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