|
Países latinos levam disputa de bananas para OMC | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos cinco países latino-americanos entraram com uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o anúncio da União Européia (UE) de mudanças nas tarifas de importação de bananas. Equador, Colômbia, Costa Rica, Panamá e Guatemala pediram que a OMC monte um painel para arbitrar sobre a questão. Segundo a agência de notícias AFP, Honduras também faz parte do grupo. A União Européia quer impor uma tarifa de cerca de R$ 800 por tonelada de bananas importadas desses países a partir do ano que vem - os produtores latino-americanos afirmam que o valor vai arruiná-los. A União Européia alega que com a abolição do sistema de cotas, os países latino-americanos vão vender mais bananas no mercado europeu. Queixa Os países caribenhos, da África e do Pacífico, que têm um acordo preferencial com a UE, querem que a tarifa seja ainda mais alta. Nos anos 90, a chamada "guerra das bananas" acabou depois que os Estados Unidos e o Equador - o maior exportador de bananas do mundo - venceram uma disputa contra a UE na OMC sobre o sistema de cotas e tarifas que discriminava os produtores latino-americanos. Como resultado, a UE se comprometeu a adotar apenas um sistema de tarifas, mas não houve acordo sobre o valor das mesmas, que entram em vigor no ano que vem. A tarifa atual de importação é de cerca de R$ 260. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||