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União Européia pressiona China sobre exportações têxteis | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Comissão Executiva da União Européia (UE) disse que requisitou reuniões formais com Pequim para discutir a exportação de duas categorias de produtos têxteis pela China. De acordo com as novas regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), foi pedido que a China limite suas exportações à UE, composta por 25 países-membros, a um nível até 7,5% a mais do que foi vendido no período entre março de 2004 a fevereiro de 2005. A China tem 15 dias para limitar suas exportações ou sofrer os limites impostos por Bruxelas. As negociações devem se intensificar a partir de segunda-feira. Estados Unidos Antes da decisão européia desta sexta-feira, o comissário do bloco para Comércio, Peter Mandelson, havia declarado que qualquer medida a ser tomada teria o objetivo de oferecer às empresas européias o tempo necessário para que elas se adaptem às novas especificações da OMC. Na semana passada a China concordou em impor tarifas de exportação em 74 categorias de produtos mas alertou que mudaria de idéia se a UE colocasse quotas. Ao ingressar na OMC em 2001, a China concordou que outros países poderiam temporariamente restringir suas exportações têxteis se elas causassem problemas no mercado. Tanto o bloco europeu como os Estados Unidos manifestaram preocupação que importações baratas chinesas poderiam prejudicar a produção doméstica e causar grande desemprego. Os Estados Unidos também dizem que a moeda chinesa, o yuan, está deliberadamente desvalorizada para aumentar as exportações. O país já colocou limites às exportações chinesas, dizendo que a sua indústria têxtil já perdeu 16 mil empregos desde o início do ano. |
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