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Petróleo supera marca de US$ 55 o barril em NY | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do petróleo continuou nesta sexta-feira sua trajetória ascendente, rompendo um novo recorde em valores absolutos, em meio a temores quanto à alta demanda e a problemas em centros produtores. Em Nova York, o barril do produto tipo light fechou o dia cotado a US$ 55,17 – depois de ter sido vendido a até US$ 55,50 durante o dia. Em Londres, o petróleo tipo Brent encerrou a sexta-feira a US$ 51,22. Desde setembro, o preço do produto já subiu cerca de US$ 10 internacionalmente. De acordo com analistas, os preços estão cerca de 80% maiores do que há um ano, mas precisariam chegar à marca dos US$ 80 para chegar à marca recorde de 1981 – se a cotação máxima nesse ano for corrigida levando-se em conta a inflação acumulada nestes 23 anos. China O mercado ainda está refletindo os efeitos do furacão Ivan sobre os centros de produção americanos no Golfo do México e interrupções na produção na Nigéria, no Iraque, na Rússia e na Venezuela. Paralelamente, o apetite da China por petróleo, reflexo da expansão de sua economia, seria outro fator. Novos dados divulgados nesta sexta-feira mostram que o ritmo do crescimento econômico chinês diminuiu no terceiro trimestre – mas analistas acreditam que a taxa de expansão de 9,1% ao ano continua sendo expressiva. “A demanda (por petróleo) continua sendo bastante forte e a situação (do mercado) vai depender de quão rapidamente a economia da China continuar a crescer”, disse o analista Marshall Steeves, da Refco, uma empresa de gerenciamento de investimentos em Nova York. |
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