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Preço do petróleo supera os US$ 53 nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do barril de petróleo encerrou a semana superando a histórica marca dos US$ 53 no mercado de Nova York, um novo recorde. No fechamento do pregão na cidade americana, o petróleo estava sendo vendido a US$ 53,31. Em Londres, o petróleo chegou também a atingir um pico recorde de US$ 49,75 durante o dia, antes de fechar a US$ 49,71. Segundo analistas, o alto preço continua sendo resultado da pressão provocada pela alta demanda mundial e pelas preocupações em relação a grandes centros produtores. Os operadores do mercado temem uma nova greve na Nigéria, um importante exportador mundial, enquanto a região produtora do Golfo do México continua se recuperando dos efeitos do furacão Ivan. Mais subida prevista Com a falta de sinais de avanços na Nigéria, alguns analistas acreditam que a cotação do barril de petróleo possa chegar a US$ 60 ou mais dentro de semanas. “Os preços do petróleo nos Estados Unidos irão provavelmente chegar à faixa dos US$ 60-70 no mês que vem”, disse Bruce Evers, da Investec Securities de Londres. No momento, os preços nos Estados Unidos estão mais de 60% maiores do que estavam no final de 2003. “Tem sido uma tremenda trajetória (de subida), mas basicamente nada mudou”, disse John Brady, analista do ABN Amro, de Nova York. “Nós continuamos tendo os mesmos problemas de oferta limitada e capacidade extra limitada.” O consumo mundial do produto tem aumentado bastante por causa da explosão econômica da China e a recuperação da economia dos Estados Unidos. |
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