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Alta do petróleo 'ameaça economia global', diz G-7 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os ministros das finanças dos sete países com as maiores economias do mundo pediram nesta sexta-feira que os países exportadores de petróleo aumentem a produção para reduzir a cotação do produto. Os ministros, reunidos em Washington, disseram que a alta nos preços é uma ameaça à economia global. Eles também pediram que os maiores países consumidores passem a adotar medidas para poupar energia. O G-7 é formado pelos Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália. Especulação Há seis meses, o G-7 já havia pedido aos produtores de petróleo que aumentassem sua produção, mas a cotação do petróleo subiu da mesma forma. Nesta sexta-feira, o barril do produto nos Estados Unidos encerrou o dia cotado a US$ 50,14. Essa foi a primeira vez nos 21 anos de negociação na Bolsa Mercantil de Nova York que o barril de petróleo terminou o dia sendo negociado acima da marca dos US$ 50. De acordo com o analista da BBC Steve Evans, os ministros do G-7 não sabem ao certo o que pode estar causando o aumento das cotações. Evans disse que, certamente, o preço reflete preocupações com relação à oferta de petróleo, por causa da crise no Iraque e da alta demanda da China pelo produto. Mas alguns ministros do G-7 acreditam que a especulação também pode estar sendo um fator no mercado de petróleo – com instituições financeiras comprando petróleo e assim impulsionando a alta dos preços. |
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