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Petróleo bate novo recorde e chega a US$ 53 nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do barril do petróleo encerrou mais um dia batendo recordes de alta nos mercados de Nova York e Londres. As cotações foram puxadas para cima em meio às preocupações com a forte demanda e com possíveis interrupções no fornecimento do produto. Nos Estados Unidos, o valor do barril do petróleo cru superou os US$ 53, o maior nível desde que contratos futuros foram introduzidos há 21 anos, mas recuou para US$ 52,67. Em Londres, o barril do tipo Brent chegou a ser negociado a US$ 49,20 e fechou em US$ 48,90. Economia O novo aumento dos preços foi associado à produção reduzida dos Estados Unidos e à greve dos funcionários do setor petrolífero na Nigéria. A paralisação surpresa no país deve durar dois dias. Segundo especialistas, o rápido crescimento da economia chinesa e a alta demanda dos Estados Unidos são vistos como fatores determinantes para o futuro da situação.
As preocupações com a queda na produção americana devido ao furacão Ivan, Na quarta-feira, o governo americano disse que podem ser necessários 90 dias para a produção voltar ao normal nas sete plataformas que foram destruídas pelo furacão Ivan. O preço do barril de petróleo cru americano já cresceu 60% com relação ao final de 2003. A alta do petróleo tem preocupado economistas, que alertam para uma possível queda do crescimento do mercado global. David Robinson, vice-diretor do Departamento de Pesquisa do FMI (Fundo Monetário Internacional), disse que a previsão do Fundo de que o crescimento global será de 4,3% em 2005 já está desatualizada. Segundo Robinson, o FMI revisará os números, e a estimativa ficaria em 4% se fosse divulgada no momento. "Há claro riscos de queda de crescimento global por causa do aumento do preço do petróleo", afirmou. |
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