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Alta do petróleo não ameaça EUA, diz Greenspan | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O aumento nos preços do petróleo não representa ainda uma ameaça séria à economia dos Estados Unidos, de acordo com o presidente do Banco Central americano (Fed), Alan Greenspan. A tentativa de Greenspan de acalmar os nervos dos mercados em relação ao preço de fontes de energia chega no momento em que o preço do barril de petróleo bruto para entrega futura bateu um novo recorde e chegou a US$ 55 em Nova York. Greenspan notou, no entanto, que depois da Revolução Islâmica no Irã, em 1979, o preço do barril de petróleo disparou para US$ 80 em dinheiro de hoje. O efeito do salto de 70% em 2004 "não deve ter tantas conseqüências", afirmou. O presidente do Fed alertou, porém, que mais aumentos podem representar um risco significativo, tanto em termos de crescimento quanto de inflação. Mercados No fechamento do mercado em Nova York, o petróleo bruto para entrega em outubro atingiu US$ 55, antes de recuar para US$ 54,90. Em Londres, o petróleo bruto do tipo Brent caiu US$ 0,16, para US$ 49,93. Em um discurso preparado para a Federação Nacional Ítalo-Americana, em Washington, Greenspan fez questão de minimizar a atual agitação em torno dos custos de energia. Temores em relação à segurança, os problemas enfrentados pela gigante do petróleo russa Yukos e, acima de tudo, o aumento na demanda fizeram com que os preços do petróleo batessem recordes todos os dias em Nova York e Londres. No entanto, Greenspan disse que, a longo prazo, tanto o mercado quanto a introdução de novas tecnologias tornarão mais suave a futura transição, em todo o mundo, do petróleo para outras fontes de energia. Apesar disso, Greenspan previu que os Estados Unidos e o resto do mundo terão que "viver com as incertezas do mercado de petróleo por algum tempo". |
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