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Itália evita punição da UE por estouro do déficit | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Itália conseguiu evitar uma advertência formal da União Européia (UE) por ter descumprido as regras para o déficit público. O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, foi a Bruxelas para garantir pessoalmente aos ministros de Finanças da UE que o seu país está adotando medidas para reduzir o déficit. Repetidamente, Bruxelas tem apelado à Itália para que reduza seu déficit para o limite de 3% do PIB (Produto Interno Bruto). O ministro da Economia da Itália, Giulio Tremonti, renunciou ao cargo no fim de semana depois que ficou claro que ele não conseguiria aprovar os cortes de despesas que pretendia. A Comissão Européia (braço executivo da União Européia) tinha pedido que fossem aprovadas multas de "advertência inicial" por descumprimento das regras fiscais da UE. O déficit projetado para a Itália neste ano é de 3,2% do PIB. A Alemanha e a França, que também descumpriram os limites de déficit da UE, conseguiram evitar sanções até agora. Existem especulações de que o comissário (equivalente a ministro) da Concorrência da UE, Mario Monti, poderia substituir Tremonti no cargo de ministro da Economia da Itália. |
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