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Milhares protestam contra visita de Bush a Roma | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dezenas de milhares de opositores à guerra no Iraque saíram às ruas de Roma nesta sexta-feira para protestar contra a visita do presidente americano, George W. Bush, à cidade. Uma multidão marchou pelas ruas romanas gritando “Não a Bush, não à guerra”. A organização do protesto estimou o número de participantes em 150 mil, mas a polícia disse que não passavam de 25 mil pessoas. O protesto aconteceu algumas horas depois que Bush encontrou no Vaticano o papa João Paulo 2º, que reiterou sua condenação à guerra no Iraque. Aliado A visita de Bush coincide com as comemorações do 60º aniversário da liberação de Roma pelas forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. Bush também vai encontrar o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, um dos mais firmes aliados do presidente americano durante a ocupação militar do Iraque. Apesar de forte oposição entre os italianos à presença de tropas do país em solo iraquiano, Berlusconi assegura que não vai retirar seus soldados, a exemplo do que fez o novo governo espanhol. O governo italiano e o Departamento de Estado americano alertaram que protestos poderiam tumultuar a visita de Bush a Roma. Um forte esquema de segurança foi montado para tentar evitar maiores problemas. Na manhã de sexta, alguns manifestantes já haviam promovido um protesto, e o jornal La Repubblica afirmou que 600 jovens mascarados e carregando bastões estavam participando da marcha. O presidente americano vai ficar dois dias na cidade e depois seguirá para a França, onde participa das comemorações dos 60 anos do desembarque da Normandia. |
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