|
Equipe brasileira avaliará suspensão de soja na China | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento estão enviando uma equipe para a China para discutir o mais recente embargo do país à soja brasileira. Desta vez, 15 empresas foram impedidas de enviar encomendas de soja para o país asiático por causa de alegações de contaminação por fungicida. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, disse que o embargo pode não ser um problema neste ano, mas, se não for resolvido, deve afetar as metas de exportação brasileiras para o ano que vem. “Acredito que nossas metas de exportação são conservadoras”, disse Furlan. “Portanto um lapso de US$ 1 bilhão, ou um pouquinho mais, não vai fazer grande falta neste ano.” No ano que vem, porém, pode ser diferente. “Conversei com o nosso ministro (da Agricultura) Roberto Rodrigues, e ele já está destacando um dos seus secretários nacionais de defesa para ir à China, e nós estaremos também acompanhando com o nosso secretário-executivo, Márcio Fortes.” Surpresa A suspensão das compras de soja de 15 empresas brasileiras, divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Quarentena da China, foi recebida com surpresa pelos comerciantes. Nenhuma das empresas ouvidas pela BBC Brasil disse ter recebido uma notificação oficial sobre o impedimento de exportação para a China, divulgado pelo site oficial do Ministério da Quarentena. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||