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Centro do ambiente da CPLP aprovado em Cabo Verde | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cabo Verde vai albergar um centro de observação e investigação do ambiente para todos os países de língua portuguesa. Esta decisão resulta de um encontro internacional sobre clima e recursos naturais nos países lusófonos, que decorreu no final representado pelo seu ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia. A par da referida conferência internacional, que reuniu mais de uma centena de participantes dos Estados da CPLP, aquele governante português rubricou, com a sua homóloga cabo-verdiana, Madalena Neves, um acordo que visa estreitar relações entre Praia e Lisboa no domínio do ambiente. Futuro Referindo-se à decisão de Cabo Verde de albergar o Centro Internacional de Investigação Climática, Madalena Neves destacou a importância que o referido organismo pode vir a ter, numa altura em que o ambiente domina as preocupações do mundo inteiro hoje em dia.
“Esta perspectiva da criação de um centro em rede é importante, mas é também fundamental termos a perspectiva de futuro. E aqui queria voltar a reafirmar toda a disponibilidade e o interesse de Cabo Verde em receber o centro que funcionará em Cabo Verde para servir todos os países da CPLP, à semelhança daquilo que já estamos a fazer no domínio da oceanografia e das ciências da atmosfera”, salientou. No mesmo diapasão alinhou o ministro português do ambiente, Francisco Nunes Correia. “Se não combatermos as alterações climáticas e não adoptarmos medidas de adaptação, os problemas de desenvolvimento em geral e em particular os problemas de pobreza extrema agravar-se-ão de forma significativa. É este o desafio que enfrentamos. Gostaria por isso de ver a CPLP assumir este desafio, de forma prioritária, para que a nossa cooperação possa ser mais eficaz e responder crescentemente aos anseios dos nossos povos”, apelou. Um dos participantes do encontro do Sal foi Alexandre Cabral, da Guiné-Bissau, que destacou a importância da CPLP, uma entidade eminentemente politica, passar a interessar-se também por questões cientificas, nomeadamente as climáticas. “Agora há uma viragem positiva para questões científicas e técnicas, que nos vai permitir estar à altura de outras comunidades, nomeadamente a francófona e a anglófona”, rematou.
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