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Esgotados os nomes para os furacões de 2005 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O furacão Wilma atingiu o México, Cuba e o Sul dos Estados Unidos. E já há uma nova tempestade a caminho da região - o que representa um problema para os meteorologistas. Este ano registaram-se tantas tempestades gigantescas no Atlântico que o Centro Nacional de Furacões, baseado na Flórida, já não tem mais nomes para atribuir. Esta é a confirmação de que 2005 está a ser um autêntico ano de furacões. Todos os anos, o Centro Nacional de Furacões apresenta uma lista de nomes, alternando, por ordem alfabética, nomes masculinos e femininos. Identificação De cada vez que se registe uma tempestade suficientemente grande para ser acompanhada pelos especialistas, esta recebe um nome para permitir a sua identificação. E é usado o nome seguinte da lista. Este ano o furacão Katrina foi seguido do furacão Rita e, mais recentemente, pelo furacão Wilma. O Wilma foi a vigésima-primeira grande tempestade deste ano que precisou de ter um nome atribuido. Mas "Wilma" era o último nome da lista deste ano. Não há nomes na lista que comecem com as letras X, Y ou Z. Também não há furacões com nomes que comecem com as letras Q ou U. Alfabeto grego Com os meteorologistas a terem de encontrar nomes para preencher seis listas anuais, não há nomes suficientes que comecem com estas cinco letras. Até agora, 21 nomes anuais foram suficientes - mas não este ano. Agora que "Wilma" foi usado, os meteorologistas tiveram de recorrer ao seu plano de contingência e - pela primeira vez - estão a ser usadas letras do alfabeto grego. O ciclone que atingiu nos últimos dias o Haiti e a República Dominicana recebeu o nome de Tempestade Tropical Alpha. As próximas tempestades serão Beta, Gamma, Delta e por aí adiante, até ao final da temporada de furacões no final de Outubro. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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