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Última actualização: 23 Novembro, 2007 - Publicado em 19:11 GMT
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Reprimido protesto estudantil em Bissau

Bissau
A manifestação pelo direito ao ensino não chegou a ocorrer
A policia guineense reprimiu no dia 23 de Novembro os alunos, pais e encarregados de educação que se preparavam para realizar uma marcha pacifica de protesto contra a crise no sector do ensino, convocada pela Confederação Nacional de Organizações Juvenis da Guiné-Bissau.

Um repórter da rádio privada, Bombolom FM, foi brutalmente agredido pelas forças da ordem.

A acção policial foi condenada pela Bombolom bem como por várias organizações juvenis e políticas.

“Dêem-nos o nosso direito, queremos escola,” gritaram os manifestantes no local de partida da marcha de protesto contra a paralisação do ensino público e de exigência à demissão do ministro da Educação e do Ensino Superior, Brun Sitna Namone.

Bastonadas

Depois de recusarem acatar a ordem de comparência no Comissariado Geral da Ordem Pública, os manifestantes foram dispersados pelas forças da ordem com gás lacrimogéneo e bastonadas.

 “Dêem-nos o nosso direito, queremos escola!
Manifestantes da Confederação Nacional de Organizações Juvenis da Guiné-Bissau

Degol Mendes, presidente da Confederação Nacional das Associações Juvenis da Guiné-Bissau responsabilizou o Governo pelas repressões e disse que receia voltar para casa porque ele e os seus colegas estão a ser perseguidos.

Uma das vítimas da agressão policial foi Malam Djafuno, um repórter da rádio privada, Bombolom FM, que cobria o acontecimento.

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