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Última actualização: 15 Abril, 2005 - Publicado em 13:28 GMT
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África: mais crescimento e menos inflacção
Crianças africanas
O cumprimento dos Objectivos do Milénio está em perigo
Um novo relatório do Fundo Monetário Internacional sobre a África sub-Sahariana diz que, no ano passado, as economias da região cresceram pelo oitavo ano consecutivo.

O documento releva igualmente que a inflacção caiu para o seu nível mais baixo dos últimos vinte e cinco anos.

Contudo, o relatório avisa que as economias africanas continuam a não crescer suficientemente rápido para atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

Pobreza

Os ODM's são as metas internacionais para a redução da pobreza e dos problemas a ela ligados.

Alguns desenvolvimentos económicos internacionais ajudaram vários países africanos.

A subida dos preços do petróleo bruto ajudou produtores como Angola e o Gabão.

Os importadores de crude, por sua parte, tiveram o peso do aumento dos preços aliviado pelo declínio do dólar norte-americano - a moeda de referência das transacções internacionais de petróleo.

Políticas controversas

O relatório também diz que muitos países seguiram as políticas acordadas com o FMI. Essas políticas são, regra geral, controversas.

Logo do FMI
O FMI diz que a sua 'política africana' está a resultar

Mas o director do Departamento Africano do FMI, Abdoulaye Bio Tchane, diz que o resultado foram preços relativamente estáveis e um crescimento económico médio de 5% ou mais para alguns países.

"Temos hoje cerca de 20 países que registam um crescimento do seu Produto Interno Bruto superior a 5%. E, pela primeira vez em 25 anos, temos índices inflaccionários a cair para menos de 10%".

Negócios

Apesar do desempenho das economias africanas ter melhorado, as melhorias não foram suficientes para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio estabelecidos pela ONU para a redução da pobreza.

Alguns países foram fortemente afectados pela queda dos preços do algodão.

Abdoulaye Bio Tchane também disse que 16 dos 20 países com as piores condições para se fazerem negócios estão na África sub-Sahariana.

O FMI vê um melhor clima para investimentos como sendo essencial para a promoção de um crescimento mais forte e da redução da pobreza.

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