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Atualizado às: 11 de outubro, 2008 - 23h39 GMT (20h39 Brasília)
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Bush surpreende e participa de reunião do G20 sobre crise

O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, o presidente dos EUA, George W. Bush, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, neste sábado
Na reunião, Bush se sentou ao lado de Guido Mantega
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, fez uma inesperada participação neste domingo na reunião do G20, o bloco que reúne algumas das principais economias emergentes bem como os países mais ricos do mundo.

O encontro, realizado na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, deveria contar apenas com ministros das Finanças dos países do bloco, entre eles o ministro da Fazenda Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Durante a reunião, Bush, que nunca antes havia participado de um encontro do G20, se sentou ao lado de Mantega. O Brasil atualmente exerce a presidência do grupo.

A presença inesperada do líder americano no encontro reforçou a gravidade que Bush atribui à crise financeira global.

G7

Pela manhã, Bush já havia recebido os ministros do G7 na Casa Branca, em outro encontro decidido com pouca antecedência.

A reunião que teve a participação de ministros do Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália e Canadá contou ainda com a presença dos líderes do FMI e do Banco Mundial (Bird).

Após o encontro do G7, Bush defendeu a necessidade de se encontrar uma solução coordenada para conter os efeitos da turbulência financeira.

''Em um mundo interconectado, nenhuma nação sai ganhando ao prejudicar outra. Estamos juntos nisso. E vamos superar isso juntos. Houve momentos de crise no passado em que nações poderosas voltaram suas energias uma contra as outras ou procuraram se isolar do mundo. Desta vez é diferente'', afirmou.

Foi o vigésimo pronunciamento de Bush relativo à economia americana em apenas 23 dias.

Os comentários de Bush, no entanto, bem como as ações do governo americano - como a de aprovar um pacote de US$ 700 bilhões para resgatar a combalida economia do país - vêm falhando no intento de acalmar os mercados financeiros mundiais, que seguem tendo quedas recorde.

Ainda neste sábado, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, também advertiu para a gravidade da turbulência financeira.


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