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Atualizado às: 09 de outubro, 2008 - 08h30 GMT (05h30 Brasília)
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Paulson afirma que mais bancos podem quebrar
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson (AFP)
Paulson afirma que crise não deve acabar em breve
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, afirmou nesta quarta-feira que outros bancos podem quebrar, apesar do pacote de US$ 700 bilhões de dólares do governo americano para resgatar o sistema financero.
Ele afirmou que o plano de ajuda será implementado rapidamente, mas que a crise não deve acabar em breve.

Segundo ele, a atual crise econômica “afetou seriamente” a economia mundial.

“Mesmo com as novas medidas do Tesouro, algumas instituições financeiras devem falir”, disse.

Em uma medida inédita, nesta quarta-feira, os bancos centrais dos Estados Unidos (Fed), Inglaterra, Suécia, Suíça e Canadá deram uma amostra de como são capazes de agir em conjunto, ao anunciarem um corte emergencial das taxas de juros.

Também nesta quarta-feira, o governo da Grã-Bretanha anunciou detalhes de um pacote no valor de até 500 bilhões de libras esterlinas (o equivalente a cerca de US$ 880 bilhões) para resgatar o sistema bancário do país.

Em outro desdobramento relacionado à crise financeira global, o FMI divulgou um novo relatório anual, o Panorama Econômico Mundial, em que afirma que haverá um desaquecimento acelerado da economia global neste ano.

Ásia

Na manhã desta quinta-feira, as bolsas asiáticas tiveram leves ganhos, depois das fortes quedas do dia anterior.

Perto da hora do almoço, o índice Nikkei, no Japão, estava em alta de 1,25%. A alta se deveu ao anúncio de que o Banco do Japão estava injetando 2 trilhões de yens (US$ 20 bilhões) para acalmar os ânimos dos mercados.

Na Coréia do Sul, a bolsa subiu 0,2%, depois que o Banco Central anunciou um corte de 0,25% nos juros, que agora estão na casa dos 5%.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, abriu em alta de 1,1%.

Nem todos os mercados, no entanto, subiram. Em Sydney, na Austrália, a bolsa trabalhava em queda de 2,2% no meio do dia.

G20

O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira a realização no sábado de uma reunião do G20, grupo atualmente presidido pelo Brasil, sobre a crise econômica mundial.

O G20 reúne representantes das nações mais ricas do mundo e das principais economias emergentes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e União Européia.

''Em consulta com o Brasil, o presidente do G20, estou pedindo uma reunião especial do G20 que incluirá altos oficiais de Finanças, presidentes de bancos centrais e reguladores das principais economias emergentes para coordenar maneiras de amenizarmos os efeitos da turbulência global e da desaceleração econômica em todos os nossos países'', afirmou o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, em uma coletiva.

A reunião improvisada será realizada em Washington, na sede do Fundo Monetário Internacional (FMI), que realiza, nesta semana, o seu evento semestral na capital americana.

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