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Atualizado às: 18 de março, 2008 - 09h56 GMT (06h56 Brasília)
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De olho nos EUA, bolsas sobem na Europa e Ásia
Mercado de ações em Tóquio
Mercados fecharam em alta na Ásia e sobem na Europa
A possibilidade de um corte nas taxas de juros americanas está animando os mercados financeiros da Europa e da Ásia nesta terça-feira, recuperando perdas registradas no dia anterior.

No início das negociações, o principal índice da Bolsa de Londres, o FSTE 100, subia 1,8%. O índice DAX 30 ganhava 1,65% em Frankfurt e o CAC 40 avançava 1,25% em Paris.

Todos esses indicadores registraram na segunda-feira perdas da ordem de 3,5% a 4%, à medida que investidores vendiam suas ações para se proteger de um eventual agravamento na crise de crédito motivada pela venda de emergência do banco Bear Sterns.

Mas a possibilidade de que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, anuncie um corte significativo dos juros americanos injetou ânimo nos mercados a partir da abertura das praças da Ásia.

O índice Nikkei, de Tóquio, fechou em alta de 1,5%. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 1,3% e em Mumbai o Sensex registrou alta de 1,4%.

A exceção mais notória foi o índice Shanghai Composite Index, de Shanghai, que caiu quase 4% e atingiu o menor nível em oito meses – 3.668 pontos.

Investidores ficaram preocupados com a possibilidade de que o governo chinês continue adotando medidas de arrocho monetário para combater a inflação, como indicou o primeiro-ministro Wen Jiabao, reconduzido ao cargo no fim-de-semana.

Corte de juros

Analistas acreditam que um corte de juros básicos nos Estados Unidos poderia ter efeitos positivos nos mercados. Estima-se que a autoridade monetária anuncie um corte de 0,50 a 1 ponto percentual na taxa, hoje em 3% ao ano.

Eles dizem que o Fed pode restabelecer a confiança dos investidores em um momento de economia desaquecida, sistema financeiro confuso e inflação baixa.

Outro fator que deve influenciar o mercado nesta terça-feira é a divulgação dos balanços dos bancos Lehman Brothers e Goldman Sachs.

A expectativa de novos números no vermelho levou as ações do Goldman Sachs a fechar com queda de 20% na segunda-feira, a maior retração dos papéis em um único dia.

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