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Atualizado às: 18 de março, 2008 - 06h09 GMT (03h09 Brasília)
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Mercados asiáticos reagem após dia de perdas
Mercado de ações em Tóquio
Índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio operava em alta de 1,5%
Depois de um dia de grande turbulência global e fortes quedas, os mercados asiáticos reagiram e abriram em alta nesta terça-feira.

No início da manhã (pelo horário local), o índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio operava em alta de 1,5%, depois de ter fechado a segunda-feira em queda de 3,7%.

As bolsas de Taiwan e Hong Kong também apresentavam sinais de recuperação no início do pregão desta terça-feira.

Na segunda-feira, as bolsas dos principais mercados de ações do mundo registraram queda em uma reação à operação de salvamento do banco de investimentos americano Bear Stearns durante o fim de semana.

Em São Paulo, o índice Bovespa fechou em queda de 3,19%, em 60.011 pontos. O dólar comercial subiu 0,64%, vendido a R$ 1,724.

Em Nova York, o índice Dow Jones operou em queda durante toda a segunda-feira, mas acabou fechando o dia em leve alta de 0,18%.

Na Europa, o índice FTSE 100 de Londres fechou com queda de 3,86%. O CAC-40, de Paris, caiu 3,51% e o Dax, de Frankfurt, encerrou com baixa de 4,18%.

Medidas "fortes"

Apesar do clima de pessimismo nos mercados internacionais, o presidente americano, George W. Bush, tentou tranqüilizar os investidores nesta segunda-feira.

"Certamente, estamos passando por momentos desafiadores", afirmou Bush, em Washington. "Mas outra coisa também é certa: estamos tomando medidas fortes e decisivas."

"O Federal Reserve (Fed, banco central americano) agiu rapidamente para colocar ordem nos mercados financeiros", acrescentou.

Bush também voltou a afirmar que, em longo prazo, a economia americana ficará bem e elogiou o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson.

"Gostaria de agradecer ao secretário pelo trabalho durante o fim de semana", disse o presidente americano.

"Você mostrou ao país e ao mundo que os Estados Unidos estão cuidando do problema", acrescentou. "E reafirmou o fato de que nossas instituições financeiras são fortes e que nossos mercados de capitais estão funcionando de forma eficiente."

"Obviamente, vamos continuar a monitorar a situação e, quando for necessário, vamos agir de forma decisiva para continuar a trazer ordem para os mercados financeiros", acrescentou.

Confiança

A confiança dos investidores foi atingida pelos problemas do banco americano Bear Stearns.

No final da semana passada, a instituição foi obrigada a pedir verbas de emergência para o Fed.

Para tentar evitar que a crise do Bear Stearns se espalhasse para outras partes do setor bancário dos Estados Unidos, o Fed cortou a taxa de juros para empréstimos diretos para bancos em 0,25 ponto percentual, para 3,25%.

Durante o fim de semana, o Bear Stearns foi vendido para o JP Morgan Chase por apenas uma pequena parte de seu valor.

Santiago, ChileBrasil-Chile
Mercados asiáticos podem aproximar vizinhos.
O economista Nouriel RoubiniDavos
Após 'prever' crise, Roubini vê 'ano duro' para emergentes.
Bolsa de NYWall Street Journal
Medo de recessão se espalha além dos EUA, diz jornal.
Operador da bolsa de Nova YorkFMI
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