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Chávez afirma que deixará o poder em 2013 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse nesta quinta-feira que vai deixar o governo em 2013, quando termina seu atual mandato, já que sua proposta de reforma constitucional não foi aprovada no referendo realizado no último domingo. "A reforma não foi aprovada. Assim, tenho que deixar o governo em 2013", disse Chávez, em um ato público com seus partidários em Caracas. "Vocês têm uma dívida comigo. Vocês dirão se me pagam ou não. Têm uma dívida comigo, com a pátria e com o futuro", disse o presidente a seus partidários. Chávez voltou a criticar os eleitores favoráveis a seu governo que não votaram no referendo de domingo. "Não importa se, no final, eu ficar com quatro ou cinco revolucionários, bem-vindos, não com revolucionários de araque", afirmou. "Milhões não foram votar. Podem dizer o que quiserem, mas não têm desculpa." Referendo O 'Não" à reforma da Constituição proposta por Chávez recebeu 50,70% dos votos no referendo. O 'Sim' obteve 49,29%. As mudanças propostas afetavam 69 dos 350 artigos da Constituição e já haviam sido aprovadas pela Assembléia Nacional da Venezuela. Caso o 'Sim" tivesse a maioria dos votos, Chávez poderia perpetuar-se no poder, já que uma das modificações previstas na Carta Magna era o fim do limite no número de vezes que o presidente pode ser reeleito. Na quarta-feira, Chávez desqualificou a vitória da oposição no referendo e disse que seus adversários tiveram "uma vitória de merda" ao derrotar o projeto de reforma constitucional do governo. Apesar da derrota no último domingo, Chávez já disse que seu projeto de reforma poderá ser submetido a um novo referendo, que poderia ser solicitado por iniciativa popular. Também nesta quinta-feira, a ex-mulher de Chávez, Marisabel Rodriguez, afirmou que vai propor uma emenda à Constituição para reduzir o mandato presidencial de seis para quatro anos. Rodriguez disse que dois mandatos de quatro anos cada são tempo suficiente no poder. |
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