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Atualizado às: 14 de agosto, 2007 - 21h30 GMT (18h30 Brasília)
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Crise imobiliária nos EUA volta a derrubar bolsas

Operadores de Wall Street
Balanços de varejistas deixaram mais pessimistas investidores
As principais bolsas de valores do mundo voltaram nesta terça-feira a dar sinais de instabilidade e fecharam com fortes baixas, refletindo a crise no mercado de crédito imobiliário de alto risco nos Estados Unidos.

Na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), o índice Dow Jones encerrou o dia com um recuo de 1,57%. O Standard & Poors 500 caiu 1,7% e o índice de ações de tecnologia Nasdaq apresentou uma baixa de 1,82%.

"O mercado está muito vulnerável, por isso a tendência dos investidores é se retrair", comentou um trader de um banco de Nova York.

Segundo ele, a falta de transparência na extensão da atual crise no mercado de crédito tem deixado os investidores desconfiados.

"É mais um problema de confiança do que de fundamentos econômicos", disse a fonte, que prevê mais volatilidade no mercado acionário nesta semana.

Os investidores ficaram apreensivos depois de dois grandes varejistas, o Wal-Mart e o Home Depot, terem anunciado que os lucros das empresas neste ano serão mais enxutos devido à queda do consumo.

No Brasil, a Bovespa seguiu a sinalização americana e encerrou os trabalhos com baixa de 2,9%. O dólar também reforçou a tendência de alta dos últimos dias, se valorizando em 2,21% em relação ao real e fechando o dia a R$ 1,986.

Europa

Na Europa, as ações de bancos lideraram as quedas depois que o banco UBS anunciou que seu lucro será afetado negativamente pela atual turbulência dos mercados.

Nem uma nova intervenção do Banco Central Europeu, que injetou US$ 10,5 bilhões na economia, foi capaz de evitar as quedas.

Em Frankfurt, o índice DAX recuou 0,66%, o londrino FTSE 100 caiu 1,21% e o parisiense CAC 40 baixou 1,63%.

Uma tendência contrária foi observada na Ásia nesta terça-feira. No Japão, o índice Nikkei encerrou o dia com alta de 0,27%.

Avaliando que o pior da crise poderia já ter passado, o banco central japonês anunciou a retirada de US$ 13 bilhões do mercado – rompendo uma seqüência de dois dias de injeção de recursos.

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