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Atualizado às: 20 de agosto, 2006 - 14h05 GMT (11h05 Brasília)
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Líbano ameaça atacar quem romper cessar-fogo
Tanque israelense
Responsáveis por ataques a Israel serão tratados como "traidores"
O Ministério da Defesa libanês disse que qualquer um que dispare foguetes contra Israel será considerado traidor e receberá o devido tratamento por parte do Exército.

As observações do ministro Elias Al-Murr foram vistos como um alerta às milícias do Hezbollah, embora ele tenha garantido que acredita que o grupo xiita libanês está comprometido em manter o cessar-fogo.

As palavras de Al-Murr vêm um dia depois que um ataque israelense ao sul do Líbano levantou ainda mais dúvidas sobre a solidez da trégua.

O ministro, no entanto, não voltou a tocar na possibilidade de suspender o envio de tropas libanesas ao sul do Líbano

Al-Murr afirmou que qualquer agressão que dê a Israel uma justificativa para romper a trégua será “tratado duramente”.

“Tal ato será considerado colaboração com o inimigo israelense”, disse Al-Murr, adicionando que os responsáveis serão “julgados por tribunais militares”.

Segundo um correspondente da BBC em Beirute, Nick Childs, a entrevista coletiva de Al-Murr teve duas mensagens claras.

A primeira é relativa ao comprometimento do governo com o cessar-fogo, mesmo com a fragilidade deste; a segunda é que, apesar do ataque israelense, o governo libanês está cumprindo as responsabilidades assumidas no cessar-fogo.

“Vitória israelense”

Em Israel, o ministro da defesa Dan Halutz disse que o conflito com o Hezbollah se encerrou com uma vitória israelense.

“É definitivamente uma vitória. Talvez não seja um nocaute, mas em termos do que foi conseguido, é uma vitória”, disse.

Neste domingo, uma reunião entre os ministros do exterior dos países árabes deve discutir detalhes da implemantação da resolução das Nações Unidas que determinou o cessar-fogo, além de assuntos como reconstrução do Líbano.

O ministro do exterior libanês, Fawzi Sallukh, disse que o país espera ajuda de outras nações árabes para a reconstrução.

A Síria não participará da reunião, depois que o presidente Bashir Al-Assad criticou duramente os países árabes por não ajudarem a derrotar Israel militarmente.

Liga Árabe

A Liga Árabe, que esteve reunida neste domingo no Cairo, se comprometeu a ajudar o Líbano financeiramente para a reconstrução causada pela guerra entre Israel e o Hezbollah.

Fontes diplomáticas no encontro disseram que os países que têm ligações próximas com os Estados Unidos estão preocupados com um possível fortalecimento dos militantes do Hezbollah e com um aumento da influência de Irã e Síria.

Representantes da Liga Árabe se reuniram neste domingo no Cairo para discutir a implementação da resolução 1701 da Organização das Nações Unidas (ONU).

O secretário-geral da Liga, Amr Moussa, disse que o apoio internacional a Israel não deixa possibilidade de moderação aos países árabes.

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