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Tropas da ONU enfrentam medo e morte no Haiti, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano The New York Times diz nesta terça-feira que "medo e morte enlaçam" os soldados das tropas de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti. O diário observa que as mortes recentes de dois soldados jordanianos das tropas da ONU levaram os governos do Brasil, dos Estados Unidos e do Canadá a exigir uma explicação sobre "o que deu errado na transição para a democracia" no país. Porém, o Brasil, que comanda as tropas de paz, é poupado de críticas. "O esforço brasileiro lá está sendo entravado por vários dos mesmos problemas que outras tropas de paz já enfrentaram em outros conflitos no planeta, quer dizer, a falta de apoio financeiro e político, e as dúvidas sobre o uso de força letal", diz o New York Times. O Brasil também aparece em uma nota do NYT sobre as declarações do ministro da Agricultura brasileiro, Roberto Rodrigues, sobre os investimentos necessários na indústria de álcool. Seriam precisos US$ 10 bilhões até 2012 para adaptar a indústria açucareira ao nível necessário para atender a demanda. O açúcar brasileiro também é assunto no diário financeiro americano Wall Street Journal, que destaca o aumento nos preços dos ativos futuros atrelados ao açúcar não-refinado. De acordo com o Wall Street Journal, os vendedores foram influenciados pela queda nos preços do petróleo na segunda-feira, já que o açúcar também é a matéria prima para o álcool combustível. Racismo Na Alemanha, o jornal Berliner Zeitung dá destaque à queda no número de ataques de motivação racista na França no ano passado. De acordo com a reportagem, baseada em estatísticas divulgadas em Paris, apesar de todos os conflitos registrados no fim do ano nos subúrbios de Paris e de outras cidades francesas, os ataques de motivação racista e anti-semita caíram de 1.574 para 974 entre 2004 e 2005. "A queda é ainda mais impressionante porque, depois das revoltas nos subúrbios, se temia pelo pior", diz o diário alemão. O jornal lembra que, embora "20% dos franceses se sintam 'freqüentemente de acordo' com as idéias do Frente Nacional (de extrema direita, do líder Jean-Marie Le Pen), isso ainda não se transformou em violência". Futebol Na Grã-Bretanha, os jornais dedicam as suas manchetes esportivas ao anúncio da saída do técnico da seleção inglesa depois da Copa da Alemanha. De acordo com a Football Association, o sueco Sven Goran Eriksson vai receber cerca de R$ 15 milhões pela rescisão do seu contrato, que vai até 2008. O britânico The Times traz uma reportagem sobre as chances dos possíveis candidatos à vaga de Eriksson, entre eles o brasileiro Luiz Felipe Scolari. De acordo com o diário, Felipão "tem pedigree, é durão e, de acordo com informações recentes, estaria interessado em assumir o posto". Na bolsa de apostas hipotética publicada pelo jornal, o atual técnico de Portugal estaria pagando 12 para um, atrás de Martin O'Neill, ex-Celtic, que está sem clube; Alan Curbishley, do Charlton Athletic; Steve McLaren, do Middlesborough; e do favoritíssimo, segundo o Times, Sam Allardyce, do Bolton Wanderers. Ainda no futebol, o jornal esportivo espanhol As diz nesta terça-feira que entre as exigências do técnico italiano Fabio Capello para assumir o Real Madrid estaria a cabeça de Ronaldo Fenômeno. O jornal afirma que a lista de dispensas do técnico da Juventus também incluiria Roberto Carlos, Michel Salgado e Helguera para voltar ao clube branco de Madri. O nome de Capello vinha sendo especulado nas últimas semanas, mas as recentes boas atuações da equipe espanhola diminuíram um pouco os rumores. 'Bond' Outro assunto que dominou as manchetes da Grã-Bretanha é o suposto caso de espionagem denunciado pela Rússia. De acordo com as denúncias, um diplomata britânico teria utilizado uma pedra falsa, equipada com equipamentos eletrônicos de ponta, para transmitir informações sobre a Rússia. O The Times diz que "a decisão da Rússia de arrumar uma briga parte do medo de uma revolução interna". Segundo o jornal, a motivação da medida seria "justificar a decisão controversa do presidente Putin ao assinar uma lei que impõe restrições draconianas sobre as atividades de Organizações Não-Governamentais". Para o britânico The Guardian, o episódio mostra que, depois da campanha de recrutamento do serviço secreto britânico, o MI6, no ano passado, "a farsa da pedra indica que uma novo Q (em referência à chefe do agente secreto dos cinemas James Bond) é urgentemente necessária". |
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