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Comemorações de brasileiros irritam jogadores do Real Madrid, diz 'El País' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em sua edição de quarta-feira, o jornal espanhol El País destaca que as coreografias feitas recentemente por Roberto Carlos e Ronaldo para comemorar os gols do Real Madrid estão irritando os outros jogadores do time. "Dentro do clube há quem as reprove porque acham (as danças) pouco estéticas, e (há) quem as condena de um ponto de vista moral", diz o jornal, citando comentários do jogador Helguera, que defende que os gols sejam comemorados em equipe. Helguera teria dito ao El País que "não é um gol de Ronaldo ou Roberto Carlos que ganha, ganha todo o Madrid. Agora, imagine se todos os 11 jogadores pulam um atrás do outro fazendo a dança do pingüim...". Segundo o jornal espanhol, 70% dos jogadores concordam com Helguera. "A maioria entende que não se trata apenas de comemorar um gol. O fundamental é dar uma imagem de unidade que a dança do sapo e da barata não tornam possível", diz o El País. Corpos do Katrina Nos Estados Unidos, o jornal The New York Times destaca que, semanas depois da passagem do furacão Katrina, a imensa maioria dos corpos das vítimas não foram identificados no Estado da Louisiana, nos Estados Unidos. "Com 972 mortes confirmadas e a busca de corpos declarada completa, o Estado só liberou 61 corpos e só publicou o nome de 32 vítimas", diz o jornal. Segundo o NYT, para alguns, a falta de informações é mais uma prova da burocracia e da falta de consideração com os negros pobres que formam a maior parte das vítimas. "Para outros", diz o NYT, "é uma tentativa deliberada de proteger uma verdade embaraçosa". Ainda sobre o Katrina, o The Washington Post, também dos Estados Unidos, destaca que a iniciativa de manter os desabrigados em quartos de hotel, que deveria acabar no próximo dia 15, será estendida por prazo indeterminado. Segundo o jornal, mais de 400 mil desabrigados estão hospedados em hotéis, a um custo estimado de US$ 8,3 milhões por dia. "O programa do hotel foi criado como uma medida temporária, mas os esforços para instalar os desabrigados em trailers, navios de cruzeiro ou apartamentos disponíveis no mercado imobiliário fracassaram", diz o Washington Post. "Em vez disso, as pessoas estão migrando dos abrigos para os hotéis que são arranjados pela Cruz Vermelha e pagos pelo governo federal." Petróleo e segurança Na Grã-Bretanha, a manchete do Financial Times destaca os crescentes riscos que as empresas de petróleo enfrentam por causa da falta de segurança no mundo. "Empresas de petróleo enfrentam crescentes riscos de segurança ao se moverem para áreas mais instáveis em buscas de recursos", diz o jornal. "Diretores de empresas têm que lidar com seqüestros e movimentos guerrilheiros na América Latina e na África, além das ameaças de ataques terroristas no Oriente Médio." Segundo o jornal, as empresas têm recorrido à segurança privada nos países em que as forças de segurança são consideradas altamente ineficientes. |
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