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'Ajudem-nos, por favor", implora jornal de Nova Orleans
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“Ajudem-nos, por favor!”

É com esta manchete em letras garrafais que o jornal The Times-Picayune voltou às bancas de Nova Orleans nesta sexta-feira, após vários dias de interrupção de sua circulação por causa da passagem do furacão Katrina.

“Após o desastre, o caos e os foras-da-lei dominam a cidade”, afirma o jornal.

Em editorial, o diário critica comentaristas que vêm perguntando se vale a pena reconstruir Nova Orleans no mesmo lugar, como seria o caso do presidente da Casa dos Representantes, o republicano Dennis Hastert.

“Como ousam?”, pergunta o jornal. “Eles deveriam mostrar compaixão e respeito por aqueles entre nós que estarão batalhando com dificuldade por um bom tempo para reconstruir as nossas vidas.”

Críticas e ataques

O Los Angeles Times, por sua vez, qualifica em editorial de “chocante” a falta de preparo mostrada pelas autoridades para reagir à passagem do Katrina.

O The New York Times segue linha parecida, qualificando a situação em Nova Orleans de “um desastre feito pelo homem” agravado pelo “que parece ser um colapso total da sociedade organizada”.

“Americanos que já foram mortificados pelos fracassos no Iraque viram que suas autoridades não conseguem responder com rapidez a um desastre natural em casa”, diz o editorial do jornal nova-iorquino.

Já o Washignton Times afirma que a solução para a desordem em Nova Orleans é que as tropas que estão sendo enviadas para lá se comportem como se estivessem em um campo de batalha em qualquer outro lugar.

“Está na hora de quebrar umas cabeças”, diz o jornal em editorial, que detalha a sua visão da missão dos soldados da seguinte maneira: “Proteger e ajudar os inocentes e eliminar os inimigos”.

Ódio do além-túmulo

Na Grã-Bretanha, os jornais destacam o vídeo que mostra o suposto líder dos ataques de 7 julho em Londres, Mohammad Sidique Khan.

“Estamos em guerra. Eu sou um soldado”, diz a manchete do The Daily Telegraph, resumindo o que o jornal interpreta ser a mensagem do vídeo.

O diário londrino diz que Khan transmite “sua mensagem de ódio” com um “cuidadoso sotaque de Yorkshire”, uma região no norte da Inglaterra.

O Daily Mail, por sua vez, qualifica o vídeo de “uma arrepiante mensagem do além-túmulo”.

Já o The Guardian prefere destacar que Khan culpa, no vídeo, a política externa do governo britânico pelos ataques de 7 de julho.

Novos rumos para Sharon?

Em Israel, o Jerusalem Post diz que o primeiro-ministro Ariel Sharon vai adotar uma linha “pacífica” para a Cisjordânia, caso tenha de deixar a liderança de seu partido, o Likud.

Isso significaria “uma visão para as fronteiras de Israel na Cisjordânia similar ao trajeto da barreira de segurança, com alguns acréscimos menores”.

O jornal também afirma que Sharon vai deixar o Likud, caso o comitê central do partido decidir convocar eleições internas, e tentará se manter no poder à frente de uma nova agremiação.

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