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Atualizado às: 16 de julho, 2005 - 08h50 GMT (05h50 Brasília)
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Militar brasileiro no Haiti nega morte de civis em operação
General diz que ação militar só matou membros de gangues
General diz que ação militar só matou membros de gangues
O general Austo Heleno Ribeiro, que comanda as forças de paz da ONU no Haiti, negou acusações feitas pela organização não-governamental Comitê de Ação Haitiana dos Estados Unidos de que as tropas presentes no país teriam matado civis desarmados.

A ONG divulgou em sua página na internet o suposto relato de um civil haitiano, que contou que durante uma operação no bairro de Cité Soleil as forças comandadas pelo Brasil lançaram uma granada dentro de sua casa e em seguida abiram fogo, matando sua mulher e dois filhos.

"A denúncia não tem fundamento. Eles não têm qualquer prova. Apresentaram uma foto que nem sequer sabemos onde foi feita e falam de um disparo feito de helicóptero, algo que nunca ocorreu", afirmou o general.

Segundo o militar, a operação em Cité Soleil lançada no início deste mês "visava pôr fim às ações de uma gangue que aterrorizava o local há quatro meses, tendo matado um de nossos soldados e ferido outros 15".

O general comenta que no dia da ofensiva militar não houve qualquer denúncia de que civis teriam sido mortos. Ele afirma só ter conhecimento de que a operação matou o líder rebelde Emmanuel "Dread" Wilmer e seus comandados.

Economia

O militar afirma que a milícia comdanda por Wilmer vinha intimidando empresas situadas próximas a Cité Soleil e chegou a incendiar um mercado no centro de Porto Príncipe, "causando problemas à economia do Haiti".

Ele acrescenta ainda que os rebeldes armados estavam bloqueando o envio de mantimentos de auxílio humanitário e impedindo a entrada das forças de paz em diversos locais.

Apesar de qualificar a denúncia da ONG como mentirosa, o general Augusto Heleno disse que não tomará qualquer medida.

"Temos a consciência tranqüila. O jeito é esperar, porque a verdade sempre aparece. O que podemos fazer? Não temos o mesmo espaço que essas organizações possuem na imprensa", disse o general.

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