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O medalhão e o papelão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Amanhã, seis de julho, é dia do aniversário do presidente Bush e também do anúncio da cidade campeã na disputa pelos Jogos Olímpicos de 2012. Nova York está no páreo com Paris, Londres, Moscou e Madri. O prefeito Bloomberg promete trazer o ouro olímpico para Nova York de presente para Bush. Promessa de político. A maioria dos nova-iorquinos acha que o medalhão olímpico já está no bolso do colete parisiense. O próprio prefeito Bloomberg achou que a cidade tinha perdido suas chances quando uma briga por interesses paroquiais destruiu o projeto de construir o estádio-sede na margem do Rio Hudson, em Manhattan. Consolação Um papelão político na opinião dos defensores do estádio e dos Jogos Olímpicos, mas a maioria da população era contra a construção do estádio porque a cidade e o Estado, ou seja, nós, contribuintes, iríamos pagar US$ 600 milhões, um terço do custo total. As esperanças do prefeito Bloomberg e dos planejadores olímpicos renasceram uma semana depois quando surgiu outro projeto para construir um estádio no bairro de Queens. Nova York nos últimos quatro anos foi anfitriã de 55 campeonatos internacionais mas nunca sediou uma olimpíada. Os jogos de 2012 seriam preciosa injeção de energia e dólares para a cidade. Nesta disputa não existe medalha de prata mas há prêmios de consolação. Mesmo se for confirmada a provável derrota de Nova York, a disposição de luta do prefeito está reconhecida, apreciada e refletida nas pesquisas. Bloomberg disparou na liderança para a eleição de novembro. |
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