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Wolfovitz diz que prioridade é reduzir pobreza africana | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, disse que "ser bem-sucedido" no combate à pobreza, em especial na África, é a "sua meta principal". A sua nomeação causou polêmica por seu papel no ataque ao Iraque e falta de experiência em desenvolvimento. Ele foi confirmado no novo cargo na quinta-feira, após conquistar o apoio europeu. Em entrevista à BBC, o subsecretário da Defesa americano disse estar “muito preparado para escutar e ser um servidor civil internacional” Unanimidade Aos 61 anos, ele vai assumir o Banco Mundial em 1º de junho. Wolfowitz negou que vai usar sua posição para pressionar por objetivos da política externa americana, como a expansão de mercados livres e democracia. “O fato é que quando se trata de redução da pobreza africana não se trata de uma questão da política externa americana ou britânica ou sul-africana. (A redução da pobreza) é uma meta comum e uma na qual eu acredito profundamente.” “Cada organização deve se focar em sua missão primária e suas possibilidades. As do Banco Mundial são a redução da pobreza.” Apesar de resistência inicial a sua indicação, os diretores do Banco, representando 184 países, o aprovaram unanimemente. ‘Gosto recente’ Desde a nomeação, Wolfowitz tem procurado convencer seus críticos de que o Banco Mundial vai continuar em seus esforços humanitários. Ele disse que vai se concentrar em pontos-chave como comércio internacional, subsídios e investimentos do setor privado. Ele disse também ter adquirido um ‘gosto recente’ pela necessidade urgente do cancelamento da dívida e integração de economias regionais. Wolfowitz prometeu formar uma equipe ‘verdadeiramente multinacional’, embora tenha se negado a garantir o posto de vice-presidente para os europeus. |
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