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OMC sugere maior abertura e questiona Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A política comercial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentou sua primeira sabatina na Organização Mundial do Comércio (OMC). A entidade em Genebra exigiu do governo respostas a dezenas de críticas que foram enviados por países como Estados Unidos, Japão e membros da União Européia (UE). Além disso, a OMC sugeriu que o Brasil ampliasse sua liberalização econômica se deseja acelerar o crescimento da economia. A sabatina foi iniciada nesta segunda-feira e será concluída apenas na quarta-feira, quando se espera que o Brasil dê respostas às perguntas elaboradas pelos países. Um dos governos que mais questionou o Brasil foi o dos Estados Unidos. Washington criticou a falta de abertura do país no setor de serviços financeiros, telecomunicações e ainda apontou a manutenção de barreiras no Brasil para seus produtos industriais. Já os europeus preferiram se concentrar na crítica aos mecanismos de apoio às exportações. Segundo os europeus, programas como os do BNDES exigem condições dos exportadores que significam a adoção de leis que privilegiam as empresas nacionais. Os governos ainda pediram a redução da escalada tarifária no Brasil, o que criaria maior previsibilidade no regime comercial brasileiro e daria maior incentivo Os governos ainda pediram esclarecimentos sobre as taxas cobradas nos portos brasileiros. Apesar das críticas, a avaliação sobre o país, que ocorre a cada quatro anos na OMC, concluiu também que medidas positivas foram tomadas pelo Brasil para Segundo a entidade, essas políticas ajudaram a promover uma maior integração do país à economia mundial e deixaram o Brasil mais resistente aos choques externos. |
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