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'Lua-de-mel' da Europa com Kerry vai durar pouco, diz 'Le Figaro' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário francês Le Figaro afirma em sua edição desta terça-feira que a "lua-de-mel" dos países europeus com John Kerry será curta, se o democrata for eleito presidente dos Estados Unidos. Segundo o jornal conservador, os entusiastas europeus de Kerry estão esquecendo o quanto a Europa e os Estados Unidos tomaram rumos distintos após 11 de Setembro. O diário admite que "uma administração democrata seria mais pragmática, multilateral e fiel aos laços travados com europeus". Mas acrescenta que, em temas tão diversos como "Iraque, Irã, China e o conflito israelense-palestino, as diferenças vão perdurar, seja quem for o eleito". De acordo com o jornal, a política de Kerry para o Iraque não será muito diferente da do presidente americano, George W. Bush. Cassinos e terror O jornal britânico The Times traz uma reportagem que afirma que "supercassinos" podem servir para "lavagem de dinheiro para grupos criminosos e terroristas". O jornal cita um comitê do Senado americano que afirmou que operações com cassinos "oferecem uma oportunidade fora do normal" para atividades criminosas. De acordo com o jornal, a avaliação dos senadores se deu após o grupo de cassinos MGM Mirage ter sido multado em US$ 5 milhões por não ter seguido as leis americanas que visam combater lavagem de dinheiro. Prisões e terror O diário espanhol El País também trata de medidas tomadas em resposta a ameaças representadas por supostos terroristas, só que nas prisões espanholas. O jornal afirma que o Ministério do Interior do país criou um plano especial para impedir a ação do "terrorismo islâmico nos cárceres" do país. Pelo projeto, os prisioneiros suspeitos de "atos terroristas" serão postos em isolamento, sem contato com outros detidos e terão seus movimentos e comunicações restringidos. Segundo o jornal, o plano prevê também que "diretores de presídios devam controlar quaisquer posições de liderança" que surjam entre supostos militantes islâmicos detidos. Retirada O jornal israelense Haaretz traz nesta terça-feira diversas notícias e editoriais ligados ao projeto do premiê de Israel, Ariel Sharon, de retirada da Faixa de Gaza, que será votado pelo Parlamento do país nesta terça. O jornal afirma em um editorial que o voto no Parlamento é "um momento histórico na batalha de Israel por por um lar democrático, humanista, amante da paz, como o que os fundadores do Estado desejavam". Segundo o Haaretz, Sharon "merece estima e apoio" pelo plano de retirada e "está emergindo como um líder de coragem". O diário lembra ainda que a votação no Parlamento acontece no nono aniversário da morte do ex-premiê Yitzhak Rabin que "pagou com sua vida pelo projeto corajoso de fazer com que as fronteiras de Israel voltassem a ser sensatas", afirma o Haaretz. |
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