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Lula deve fazer 'defesa vigorosa da paz' na ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai abrir a Assembléia Geral da ONU, nesta terça-feira, com um discurso fazendo uma "defesa vigorosa da paz", segundo informações de assessores dele. O tom do discurso de Lula deve seguir o que se assistiu na reunião da Ação Mundial contra a Fome e a Pobreza, na segunda-feira, com ênfase na ligação entre o desenvolvimento econômico e o combate à pobreza com a segurança internacional. Lula deve dizer que é crescente o ódio e a violência no mundo e que uma nova ordem tem de ser baseada em aspectos sociais, econômicos e políticos. A ONU tem 192 países-membros, mas não foi divulgado o número de chefes de Estado ou de governo que vai comparecer à assembléia em Nova York. A expectativa é de que o comparecimento seja menor do que o do ano passado, quando as discussões sobre a guerra no Iraque atraíram um grande número de países interessados em expressar posições sobre o assunto. Conselho de Segurança Para o Brasil, a discussão sobre a reforma do Conselho de Segurança é um dos temas mais importantes na ONU, já que o país quer uma vaga permanente no órgão. Segundo assessores do governo brasileiro, o presidente da França, Jacques Chirac, declarou total apoio à pretensão do Brasil. Ao fim da assembléia, o presidente Lula tem uma reunião com os líderes do Japão, da Alemanha e da Índia. As quatro nações formaram o G-4, um grupo de quatro países que compartilham a intenção de conseguirem uma vaga no Conselho de Segurança. |
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