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Lula e Kirchner evitam polêmicas e falam em mais união | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega argentino, Néstor Kirchner, se encontraram nesta segunda-feira para uma conversa em Nova York, na qual teriam evitado os temas que têm criado tensões entre setores industriais dos dois países, como o comércio de automóveis, de eletrodomésticos e sapatos. "Foi um encontro muito positivo, no qual se discutiu a integração entre os dois países. Acreditamos que a solução para os problemas do Mercosul é termos mais e não menos Mercosul", disse o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim. "Queremos tirar da agenda dos presidentes temas específicos, para os quais devemos criar instrumentos nos Mercosul", disse o chanceler. Segundo ele, temas pontuais de conflito no Mercosul têm de ser tratados, mas o aprofundamento das relações entre os países membros deve resolver naturalmente várias dos problemas. Produtos do Mercosul Celso Amorim disse também que as proposta de o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passar a fazer financiamento também para empresas na Argentina também pode ajudar a reduzir a tensão comercial entre os dois países. "A situação econômica no Brasil e na Argentina está melhorando, e as coisas sempre ficam mais fáceis quando isso acontece", afirmou. Os ministros das Relações Exteriores dos dois países destacaram ainda que seus governos estão animados com as perspectivas de um acordo entre o Mercosul e a União Européia. O assessor de imprensa de Lula, André Singer, disse que em outro encontro, ocorrido mais tarde entre o presidente francês Jacques Chirac e o presidente Lula, Chirac "fez uma afirmação vigorosa de que o acordo com entre a União Européia e o Mercosul já está praticamente acertado e deve ser concluído até outubro". |
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