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Atualizado às: 28 de julho, 2004 - 11h49 GMT (08h49 Brasília)
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Kerry 'afia críticas' à política antiterrorista de Bush, diz NYT
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O senador John Kerry, candidato à Casa Branca, confrontou, em discurso na terça-feira, a política antiterrorista do presidente americano George W. Bush, destacam os jornais The New York Times e Washington Post.

Os diários publicam matérias sobre o pedido de Kerry para que os trabalhos da comissão de 11 de setembro continuem por mais 18 meses.

"Você não pode tratar o relatório como algo que você espera que vá embora", disse o candidato, "afiando suas críticas ao presidente Bush", segundo o The New York Times.

"Liderança requer que nós ajamos agora e não falar, não fazer promessas vagas, não dar desculpas", continuou Kerry.

Segundo o Washington Post, Kerry sugeriu que a comissão faça um relatório a cada seis meses e disse que "recuar não é algo que os Estados Unidos podem se permitir".

FMI

O jornal britânico Financial Times diz que um relatório sobre a atuação do Fundo Monetário Internacional (FMI) na crise econômica da Argentina foi "muito complacente".

Fontes do jornal britânico afirmaram que o documento "culpa o FMI por apoiar o regime cambial fixo do país por muito tempo" e diz que houve muita "condescendência" no que se refere aos déficits fiscais da década de 90.

Também na edição desta quarta-feira, o Financial Times traz uma matéria sobre a esperança de que o Brasil "alcance um acordo com o FMI até o final deste ano para permitir que o país faça mais investimentos em infra-estrutura sem colocar a disciplina fiscal sob risco".

"Tal acordo daria ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma vitória muito importante para mostrar sua relação com o FMI", diz o diário.

Guantánamo

Os jornais da França repercutem, em suas edições desta quarta-feira, o retorno de quatro franceses que estavam detidos por dois anos, sem julgamento, na base militar americana de Guantánamo, em Cuba.

"O que fazer com os franceses de Guantánamo?", pergunta em sua manchete o diário Le Figaro.

O jornal diz que a libertação e repatriação dos prisioneiros marca "o começo de um longo processo judicial" para eles – que podem sofrer acusações formais ou serem liberados pela Justiça francesa.

O jornal Le Monde também dá destaque para a notícia e diz que os serviços de inteligência do país consideram esses homens como "militantes insignificantes do jihad".

Em seu editorial, o Le Monde afirma que "o destino desses homens dependerá, finalmente, da Justiça. Um sistema de justiça antiterrorista, sim, mas que obedece às regras das leis e baseia suas decisões em fatos tangíveis".

Já o jornal Liberation destaca em sua manchete: "O retorno à zona legal". Em seu editorial, o diário argumenta que os quatro franceses merecem, no mínimo, serem considerados "supostos inocentes".

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