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Atualizado às: 22 de julho, 2004 - 11h25 GMT (08h25 Brasília)
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Ação no Iraque estoura orçamento do Exército dos EUA, diz 'Post'
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O jornal americano Washington Post afirma na sua edição desta quinta-feira que os gastos militares dos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão estão se aproximando do orçamento de US$ 65 bilhões (cerca de R$ 197 bilhões) aprovado pelo Congresso americano.

Segundo o jornal, o governo americano está "lutando" para obter US$ 12,3 bilhões extras do Departamento de Defesa para financiar as ações militares nos dois países até o fim deste ano fiscal.

De acordo com o Post, as revelações foram feitas através de um relatório de um órgão investigativo do Congresso americano e contradizem a afirmação da Casa Branca de que os serviços militares dispõem de verba suficiente.

De acordo com o relatório citado pelo diário, os gastos excessivos se devem ao fato de que a verba de US$ 65 bilhões previa uma redução do número de soldados no Iraque de 130 mil para 99 mil até 30 de setembro deste ano.

Mas o que aconteceu, diz o Post, é que o número de soldados americanos no Iraque aumentou para 138 mil e "assim deve permanecer no futuro próximo".

Acusação a Rumsfeld

O diário britânico The Times relata que o mercenário americano Jonathan Idema, que está sendo julgado no Afeganistão por ter criado uma cadeia particular no país, disse ter agido com pleno conhecimento do secretário de Defesa americano, Donald Rumsfeld.

De acordo com o Times, Idema teria dito durante o julgamento que ele e mais uma dupla de mercenários americanos estava "em contato diretamente com o escritório de Donald Rumsfeld, por fax e por e-mail".

Idema e os seus dois assistentes estão enfrentando acusações de encarceramento ilegal, tortura e seqüestro, após policiais, durante uma busca à sua casa no em um subúrbio de Cabul, terem descoberto diversos prisioneiros afegãos pendurados de cabeça para baixo em uma cela improvisada.

Oriente Médio

'Problema Arafat'. É esse o título de um editorial da edição desta quinta-feira do New York Times, que defende que Yasser Arafat "deveria aceitar suas limitações e se aposentar como líder da Autoridade Palestina".

De acordo com o jornal, é uma infelicidade para o povo palestino estar preso a Arafat, um "líder que falhou ao fazer a transição de revolucionário romântico para estadista".

O diário afirma que a ocupação israelense, "com todos os seus excessos" permanece sendo o único apoio para que o líder palestino mantenha a sua popularidade.

Mas o jornal frisa que "dizer que é hora de Arafat partir não é o mesmo que dizer que ele deve ser retirado pela força".

O jornal conclui que a decisão deveria caber aos palestinos nas urnas, mas como não há perspectivas de organizar uma votação no momento, "a situação pede a aposentadoria imediata de Arafat".

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