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BC europeu injeta mais US$ 10,5 bi na economia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Banco Central Europeu (BCE) voltou nesta terça-feira a intervir na economia do continente, injetando um total de 7,7 bilhões de euros (US$ 10,5 bilhões) no mercado para garantir liqüidez e estabilidade. O BCE já colocou mais de 200 bilhões de euros na economia desde a quinta-feira, quando teve início a atual onda de tensão no mercado – que tem raíz em uma crise no mercado de crédito imobiliário de risco nos Estados Unidos. Segundo representantes do BCE, as condições no mercado já estão se normalizando, e a última injeção de recursos teve como objetivo cobrir demandas remanecentes de liqüidez de curto prazo. Ainda assim, por volta das 12h, hora de Brasília, algumas das mais importantes bolsas de valores européias operavam com baixas. Era o caso das bolsas de Paris, onde o índice CAC caía 0,99%, e de Frankfurt, onde o DAX registrava baixa de 0,24%. Londres seguia na direção contrária, ainda que de forma suave, com o FTSE em alta de 0,09%. Na abertura dos pregões nos Estados Unidos, as mais importantes bolsas registraram altas. Mas, pouco depois, o Dow Jones, da bolsa de Nova York, começou a cair e, por volta das 12h, operava em queda de 1,22%. Em São Paulo, no mesmo horário, o Índice Bovespa tinha baixa de 1,33%. Retirando recursos Mais cedo, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com uma alta mínima, de 0,3%, enquanto Hong Kong e Xangai registraram perdas de 0,53% e 1,09%, respectivamente. Avaliando que o pior da crise pode já ter passado, o banco central do Japão anunciou a retirada de US$ 13 bilhões do mercado – rompendo uma seqüência de dois dias de injeção de recursos. No entanto, segundo analistas, o nervosismo no mercado ainda não passou e deve continuar por toda a semana. Muitos já temem que as turbulências nas bolsas afetem o crescimento da economia nos Estados Unidos e na Europa. "A crise no mercado imobiliário americano deve desaquecer a economia", diz, por exemplo, um relatório do banco alemão Commerzbank. |
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