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Sob condição, EUA prometem fim de embargo palestino | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos afirmou que vai suspender o embargo que já dura 15 meses contra os palestinos na semana que vem, desde que o presidente da Autoridade Palestina e líder do Fatah, Mahmoud Abbas, forme um novo governo sem a participação do Hamas, que ganhou as eleições há mais de um ano. O cônsul-geral americano em Jerusalém, Jacob Walles, afirmou que não devem haver obstáculos para reestabelecer relações com o novo governo, que teria total apoio dos Estados Unidos. Neste domingo, Abbas deve empossar o novo primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad. Ele dissolveu o governo anterior, liderado pelo grupo Hamas, por causa dos graves confrontos com o Fatah. O Hamas afirmou que a criação de um governo de emergência é ilegal, mas o chamado Quarteto de intermediadores do processo de paz no Oriente Médio, formado pelos Estados Unidos, a Rússia, a Organização das Nações Unidas (ONU) e a União Européia, manifestou apoio à decisão de Abbas. O atual embargo contra a Autoridade Palestina foi imposto depois que o Hamas ganhou as eleições no ano passado. O grupo é classificado de "organização terrorista" pelos Estados Unidos e por Israel. Conflito na Cisjordânia Neste sábado, os confrontos entre os grupos palestinos Hamas e Fatah atingiram a Cisjordânia, e um grupo de homens armados do Hamas invadiu o Parlamento em Ramallah. O vice-presidente do Conselho Legislativo palestino, Hassan Khuraishah, disse ter sido espancado pelos homens ao tentar evitar que eles hasteassem a bandeira do Fatah no prédio. Simpatizantes do Fatah também invadiram o Conselho Legislativo de Nablus, controlado pelo Hamas. Ainda neste sábado, a Liga Árabe criticou os últimos episódios de violência na Faixa de Gaza e manifestou novamente o seu apoio ao enfraquecido presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. O Fatah, grupo palestino liderado por Abbas, foi expulso da Faixa de Gaza por militantes da organização rival, o Hamas, depois de uma semana marcada por intensos confrontos, que deixaram pelo menos cem mortos. |
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