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Abbas nomeia novo premiê palestino | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, nomeou um novo primeiro-ministro, um dia depois de dissolver a coalizão de governo liderada pelo Hamas, segundo autoridades. O ex-ministro das Finanças Salam Fayyad, um político independente, recebeu o pedido de assumir o cargo e formar um governo de emergência. Fayyad já foi executivo do Banco Mundial e é respeitado pela comunidade internacional. Nos últimos meses, governos de alguns países chegaram a optar por tratar diretamente com ele, como uma forma de contornar o Hamas. O Hamas rejeitou sua indicação, dizendo que toda a administração interina era ilegal. O primeiro-ministro destituído por Abbas, Ismail Haniya, disse que ocupa o cargo e que vai ignorar a decisão de Abbas para a dissolução do governo. A nomeação foi feita em meio a um caos político na Faixa de Gaza, depois que o grupo islâmico Hamas assumiu o controle total da região, depois de tomar posições-chave de forças de segurança que estavam nas mãos do Fatah. Estado de emergência A Faixa de Gaza amanheceu nesta sexta-feira calma, mas sob tensão, depois de quase uma semana de enfrentamentos armados entre membros do Hamas e Fatah, que causaram pelo menos 100 mortes.
No primeiro dia de governo, o Hamas afirmou que libertou vários comandantes militares do Hamas seguindo uma "anistia" de prisioneiros. O Hamas tinha informado sobre a captura de vários líderes militares importantes do Fatah, incluindo comandantes da Força Nacional de Segurança e da Guarda Presidencial. Na sexta-feira, veículos voltaram a circular pelas ruas de Gaza e as lojas reabriram. Poucos homens armados podiam ser vistos nas ruas, e os relatos de tiroteios são apenas esporádicos. Durante a noite passada, militantes do Hamas ocuparam as dependências presidenciais em Gaza durante a madrugada, horas depois de anunciar a tomada de postos-chave que estavam sob controle do Fatah. |
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