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Atualizado às: 29 de abril, 2007 - 18h43 GMT (15h43 Brasília)
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Protestos pedem ação imediata em Darfur
Cartaz da campanha
Matt Damon em cartaz da campanha 'Time is up...'
Uma série de protestos está acontecendo neste domingo ao redor do mundo, pedindo uma intervenção imediata para acabar com o conflito na região de Darfur, no Sudão.

Os organizadores do Global Day for Darfur - Dia Mundial por Darfur - afirmam que estão sendo realizados eventos em mais de 35 capitais para marcar o quarto aniversário do conflito.

Um deles aconteceu em frente à residência oficial do primeiro-minsitro britânico, Tony Blair, em Londres.

"Em algumas partes de Darfur, o sangue corre como água", disse Kristyan Benedict, da Anistia Internacional, durante a demonstração.

Os manifestantes entregaram uma carta ao premiê, pedindo para que ele "use sua influência para pressionar a comunidade internacional a agir."

Cerca de 200 mil pessoas já morreram no conflito, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Celebridades que apóiam a campanha, como o cantor Mick Jagger e o ator George Clooney, assinaram um comunicado acusando a comunidade internacional de apatia.

Sob o slogan "Time is up...protect Darfur", algo como "Esgotou o tempo...proteja Darfur", manifestantes irão virar dez mil relógios de areia cheios de sangue artificial para chamar a atenção para a violência na região.

Força de paz

O conflito em Darfur era, inicialmente, entre o governo sudanês e grupos que se opunham ao governo na região, mas os confrontos se estenderam para o Chad e a República Centro-Africana.

No ano passado, o governo do Sudão concordou, em princípio, em aceitar uma força de paz conjunta da União Africana e da ONU, mas quer que o grupo seja formado, principalmente, por soldados africanos e que a União Africana esteja sob o comando, não a ONU.

Segundo a correspondente da BBC na ONU, Laura Trevelyan, tem havido muita movimentação diplomática entre representantes de Washington, Pequim, Nova York e Khartoum recentemente diante da pressão internacional sobre o governo do Sudão.

Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha foram convencidos a não impor sanções contra o Sudão neste momento, na esperança de que o governo mude de posição e aceite o envolvimento de forças de paz.

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