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Protestos pedem ação imediata em Darfur | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma série de protestos está acontecendo neste domingo ao redor do mundo, pedindo uma intervenção imediata para acabar com o conflito na região de Darfur, no Sudão. Os organizadores do Global Day for Darfur - Dia Mundial por Darfur - afirmam que estão sendo realizados eventos em mais de 35 capitais para marcar o quarto aniversário do conflito. Um deles aconteceu em frente à residência oficial do primeiro-minsitro britânico, Tony Blair, em Londres. "Em algumas partes de Darfur, o sangue corre como água", disse Kristyan Benedict, da Anistia Internacional, durante a demonstração. Os manifestantes entregaram uma carta ao premiê, pedindo para que ele "use sua influência para pressionar a comunidade internacional a agir." Cerca de 200 mil pessoas já morreram no conflito, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Celebridades que apóiam a campanha, como o cantor Mick Jagger e o ator George Clooney, assinaram um comunicado acusando a comunidade internacional de apatia. Sob o slogan "Time is up...protect Darfur", algo como "Esgotou o tempo...proteja Darfur", manifestantes irão virar dez mil relógios de areia cheios de sangue artificial para chamar a atenção para a violência na região. Força de paz O conflito em Darfur era, inicialmente, entre o governo sudanês e grupos que se opunham ao governo na região, mas os confrontos se estenderam para o Chad e a República Centro-Africana. No ano passado, o governo do Sudão concordou, em princípio, em aceitar uma força de paz conjunta da União Africana e da ONU, mas quer que o grupo seja formado, principalmente, por soldados africanos e que a União Africana esteja sob o comando, não a ONU. Segundo a correspondente da BBC na ONU, Laura Trevelyan, tem havido muita movimentação diplomática entre representantes de Washington, Pequim, Nova York e Khartoum recentemente diante da pressão internacional sobre o governo do Sudão. Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha foram convencidos a não impor sanções contra o Sudão neste momento, na esperança de que o governo mude de posição e aceite o envolvimento de forças de paz. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Enviado da ONU é barrado em campo de refugiados de Darfur25 de março, 2007 | Notícias ONU condena reação 'ineficaz' a crimes no Sudão12 de março, 2007 | Notícias Tribunal da ONU aponta suspeitos de crimes em Darfur27 de fevereiro, 2007 | Notícias ONU pede a Sudão que apóie novas tropas em Darfur29 de janeiro, 2007 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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