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Bush promete esforço por reforma de imigração | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, disse nesta terça-feira, no México, que vai trabalhar com afinco pela aprovação de uma reforma de imigração nos Estados Unidos. A imigração mexicana nos Estados Unidos é um dos principais temas do encontro de Bush com o presidente mexicano, Felipe Calderón, na última etapa do giro que o mandatário americano faz pela América Latina. "Minha promessa a você e ao seu governo, mas principalmente ao povo do México, é que eu vou trabalhar o máximo que puder pela aprovação de uma reforma ampla de imigração”, disse Bush. Se referindo a Calderón, Bush disse que, "juntos", os dois estão "trabalhando para garantir uma fronteira segura e moderna que acelere o fluxo legítimo de pessoas e do comércio e pare aqueles que ameaçam a segurança e prosperidade comum" aos dois países. Calderón, por sua vez, disse que o México respeita o que os Estados Unidos decidem sobre si mesmos, mas destacou que "a imigração não pode ser freada, e certamente não com um decreto". A frase foi vista como uma referência à barreira de milhares de quilômetros que os Estados Unidos planejam construir para tentar impedir o fluxo de imigrantes ilegais do México. Portas fechadas Depois das declarações, perto da cidade mexicana de Mérida (leste do país), Bush e Calderón iniciaram uma reunião a portas fechadas. Além de imigração, os dois presidentes também devem discutir o combate ao tráfico de drogas na região. Lidar com os cartéis de droga no México tem sido prioridade de Calderón desde que ele venceu por pequena margem as eleições presidenciais do ano passado. Imigração e narcotráfico também dominaram o encontro na Guatemala na segunda-feira entre Bush e o presidente do país, Oscar Berger. Bush termina na quarta-feira seu giro por Brasil, Uruguai, Colômbia, Guatemala e México, depois de ter fechado vários acordos e feito contatos pessoais. Ainda assim, alguns analistas dizem que a influência regional de Washington diminuiu. Protestos e Chávez Mais protestos contra Bush eram esperados ainda nesta terça-feira no México, repetindo o que aconteceu em cada uma das escalas do presidente americano. Durante toda a sua jornada, Bush também enfrentou as críticas do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que faz um giro paralelo pela região. O venezuelano viajou nesta segunda-feira para a capital do Haiti, Porto Príncipe, onde foi saudado por dezenas de milhares de pessoas. Antes, Chávez fez uma breve visita à Jamaica, depois de passar por Bolívia e Nicarágua. Seu giro pelo continente foi iniciado na Argentina na semana passada, onde ele fez o principal discurso em um grande ato público contra Bush. |
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