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Somália deve negociar com milícia, diz EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de transição da Somália deveria manter conversações com membros moderados do movimento islâmico do país - União das Cortes Islâmicas (UCI) -, disse o embaixador dos Estados Unidos no Quênia, Michael Ranneberger, neste sábado. Ranneberger mencionou o nome de um representante da liderança da organização, xeque Sharif Sheikh Ahmed. "Qualquer pessoa dentro da Somália que renunciar a terrorismo, extremismo e violência, deveria ter um papel a desempenhar no futuro do país", afirmou. Representantes americanos no Iêmen já se reuniram com três membros da cúpula do movimento islâmico. Os milicianos da União das Cortes Islâmicas foram repelidos de seus redutos nas regiões central e sul da Somália em meados do mês. Ocorreram surtos de violência na capital da Somália, Mogadíscio, desde que forças do governo apoiadas pelo Exército da Etiópia assumiu o controle. Um tiroteio envolvendo um comboio etíope neste sábado teria deixado quatro mortos. Força de paz A União Africana (UA) aprovou um plano para enviar nove batalhões de tropas de paz para ajudar a estabilizar o governo transitório da Somália, de acordo com um comunicado feito neste sábado na sede da instituição na capital da Etiópia, Addis Ababa. Os soldados africanos devem ficar no país por seis meses até serem substituídos por tropas da Organização das Nações Unidas (ONU). Até o momento, no entanto, apenas Uganda se voluntariou a contribuir com soldados para a missão. A força militar da UA deve substituir os soldados da Etiópia, presentes na Somália. A Etiópia apoiou militarmente em dezembro o fraco governo transitório da Somália na luta contra a UCI que controlava a maior parte do país. Tanto a Etiópia como os Estados Unidos acusam a UCI de abrigar integrantes da rede extremista Al-Qaeda, acusação rejeitada pelo grupo. |
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