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EUA matam 20 'militantes da Al-Qaeda' no Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militares americanos afirmam ter matado 20 suspeitos de fazer parte da rede extremista Al-Qaeda, em um ataque terrestre e aéreo na região central do Iraque. Segundo a versão divulgada em comunicado oficial, a ofensiva foi ordenada depois de soldados serem atacados na área do Lago Tharthar, ao norte de Bagdá. Baseando-se em informações secretas indicando que pessoas envolvidas com a Al-Qaeda no Iraque estavam trabalhando na área, eles procuravam um grupo de prédios em Tharthar, província de Salahaddin. Os soldados disseram ter sido alvejados por disparos de metralhadora e disparado de volta. Dois suspeitos de fazer parte da rede Al-Qaeda foram mortos. O tiroteiro, entretanto, continuou. O ataque aéreo foi então ordenado, causando a morte de mais 18 suspeitos de fazer parte da Al-Qaeda. Entre os mortos estavam duas mulheres. Em buscas no local do ataque, soldados americanos afirmaram ter encontrado um armazém de armas contendo "metralhadoras, granadas-foguete, minas terrestres, explosivos e equipamento para ataques suicidas". Amer Alwan, prefeito do bairro Ischaqi, disse a jornalistas que aeronaves americanas bombardearam duas casas, matando 32 pessoas, a maioria mulheres e crianças. A polícia local também confirmou mortes de civis, mas o número ainda não era certo. Basra Em outro incidente na cidade de Basra, mais de mil soldados britânicos e dinamarqueses invadiram casas, em uma operação que os militares britânicos descreveram como a maior deste tipo no sul do Iraque. A operação, iniciada antes da madrugada, levou à prisão de cinco iraquianos no bairro de Hartha. O porta-voz britânico das forças de coalizão, Major Charlie Burbridge, disse que os homens detidos "estavam envolvidos com várias atividades criminosas: seqüestro, assassinato e ataques contras as forças internacionais". Em um terceiro caso, um soldado americano morreu em ataque perto de uma estrada em Bagdá, na quinta-feira. |
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