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Ataque de mulher-bomba fere soldado israelense em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ataque suicida de uma mulher-bomba palestina deixou um soldado israelense ferido nesta segunda-feira em Beit Hanoun, na Faixa de Gaza. Israel iniciou uma ofensiva militar na cidade há seis dias. Segundo informações do Exército de Israel, a mulher morreu depois de detonar uma bomba perto de soldados israelenses. Um pouco antes, um adolescente palestino de 17 anos foi morto em um ataque aéreo perto de uma escola na cidade de Jabaliya. Autoridades palestinas informaram à agência de notícias Reuters que pelo menos quatro pessoas ficaram feridas nesse ataque. Israel afirmou que o alvo eram militantes palestinos operando a partir do norte de Gaza. Cerca de 50 palestinos já foram mortos na última incursão de Israel na região. Autoridades palestinas acusam Israel de estar promovendo um "massacre". Falta de água e energia O grupo militante Jihad Islâmica disse que a mulher-bomba era um de seus membros, segundo Alan Johnston, correspondente da BBC em Gaza. Uma rádio ligada ao Hamas informou que muitos civis ficaram feridos no ataque da mulher, conforme a agência de notícias Associated Press. Toda a cidade de Beit Hanoun permanece sob o controle de Israel. Os soldados ordenaram que a população permaneça em casa. Segundo correspondentes da BBC, há falta de água e de energia na cidade. O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert evitou dizer quando a operação será encerrada. Olmert insiste que Israel não pretende reocupar a Faixa de Gaza. Forças de Israel têm feito incursões regulares em Gaza e na Cisjordânia desde a captura de um soldado israelense por palestinos em junho. Críticas internacionais O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro, Ismail Haniya, pedem que o Conselho de Segurança da ONU se reúna para discutir a situação. No domingo, o papa Bento 16 disse que estava muito preocupado com a situação em Gaza e pediu que ambos os lados trabalhem para dar um fim à violência e para retomar imediatamente negociações concretas. Em uma declaração, a presidência da União Européia, atualmente ocupada pela Finlândia, lamentou "o número crescente de mortes civis causadas pela operação militar de Israel". A Comitê Internacional da Cruz Vermelha também criticou Israel pelas mortes de dois trabalhadores médicos, afirmando que os paramédicos e seu veículo estavam claramente identificados. |
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