|
Ataques de Israel matam seis palestinos em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ataques israelenses na cidade palestina de Beit Hanoun, na Faixa de Gaza, mataram pelo menos seis palestinos nesta quarta-feira. Um soldado israelense também foi morto. Em uma das maiores operações dos últimos meses na área, as forças de Israel realizaram três ataques aéreos e cercaram a cidade. Mais de 35 pessoas ficaram feridas na operação, que ainda está andamento. Os mortos seriam policiais e membros de grupos militantes palestinos. Um porta-voz do Exército israelense confirmou que uma "operação em larga escala" estava em andamento, e que o objetivo seria o de impedir que mísseis fossem disparados contra Israel a partir da região. O Exército de Israel também confirmou que um de seus soldados tinha sido morto horas depois de grupos militantes palestinos terem divulgado uma declaração comunicando que tinham matado um israelense. O presidente da Autoridades Palestina, Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro, Ismail Haniya, descreveram a ação militar israelense como um massacre. Aumento Testemunhas afirmaram que tanques israelenses, com o apoio de helicópteros, entraram em Beit Hanoun durante a noite em meio a tiroteios. Segundo a agência France Presse, 60 tanques estiveram envolvidos na operação militar e houve trocas de tiros entre militantes palestinos e soldados israelenses posicionados sobre telhados de casas. Bulldozeres israelenses destruíram três casas e outras foram atingidas por tiros de canhões de tanques. Há informações de confrontos também perto dos campos de refugiados de Jabaliya e da cidade de Beit Lahiya. Um correspondente da BBC diz que a operação é parte de uma ofensiva israelense na Faixa de Gaza que teve início em junho, após a captura de um soldado de Israel por militantes palestinos. O soldado Gilad Shalit desapareceu na região no dia 25 de junho. O gabinete de governo de Israel se reuniu nesta quarta-feira para discutir a situação na Faixa de Gaza e decidiu não expandir as operações militares na região. Uma delegação do grupo palestino Hamas está no Cairo para discutir a eventual troca de Shalit por prisioneiros palestinos. O Egito tem agido como mediador entre palestinos e Israel desde a captura do soldado. Desde a captura de Shalit, mais de 300 palestinos foram mortos em conseqüencia das operações militares de Israel na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, segundo o grupo de defesa de direitos humanos israelense B'Tselem. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Sete palestinos morrem em confronto em Gaza23 de outubro, 2006 | Notícias Egito envia 3 mil soldados para fronteira com Gaza29 de outubro, 2006 | Notícias Israel admite ter usado bombas de fósforo no Líbano22 de outubro, 2006 | Notícias Tropas do Líbano chegam à fronteira sul após 4 décadas23 de setembro, 2006 | Notícias Líder do Hezbollah celebra 'vitória' sobre Israel 22 de setembro, 2006 | Notícias 'Ataque à ONU no Líbano foi erro trágico', diz Israel15 de setembro, 2006 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||