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Operação de Israel já matou quase 50 palestinos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Três palestinos foram mortos na Faixa de Gaza no quinto dia da ofensiva de Israel nos territórios palestinos. Autoridades palestinas informaram que as mortes ocorreram em incidentes separados, elevando o número de mortos para cerca de 50 desde quarta-feira. O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert não disse quando a operação terminaria, mas insistiu que Israel não tinha intenção de reocupar a Faixa de Gaza. Israel afirma que sua operação visa atingir militantes mas autoridades palestinas acusam Israel de um "massacre". Forças israelenses fizeram incursões regulares na Faixa de Gaza e na Cisjordânia depois da captura de um soldado israelense em uma operação na fronteira realizada por militantes palestinos no dia 25 de junho. 'Medidas necessárias' Forças israelenses mataram a tiros três palestinos, incluindo dois atiradores, no quinto dia de uma operação que matou cerca de 50 pessoas. Muitas seriam militantes. No sábado pelo menos sete pessoas, incluindo uma menina de 12 anos, morreram em ataques aéreos e confrontos. Autoridades israelenses afirmam que a ofensiva no norte da Faixa de Gaza visa destruir a infra-estrutura dos militantes palestinos e paralisar os ataques com foguetes contra Israel. "Tomaremos estas medidas necessárias para diminuir de forma significativa estes disparos e paralisar as atividades terroristas", disse Olmert. Apesar da operação, um foguete atingiu a cidade de fronteira Sderot, já em Israel, mas ninguém foi ferido. O presidente da Autoridade Palestina, Mahmou Abbas, afirmou que a operação é um "massacre" e pediu que o Conselho de Segurança da ONU se reúna para discutir a questão. Pelo menos 17 pessoas morreram na sexta-feira, incluindo duas mulheres mortas a tiros, durante o cerco a uma mesquita em Beit Hanoun. Um funcionário da Autoridade Palestina disse à BBC que esta é a pior incursão israelense já presenciada na cidade. Ibrahim al-Za'anin, 55 anos, disse que a cidade está sem eletricidade e água desde a noite de terça-feira e as pessoas não se sentem seguras em suas próprias casas. Um oficial da ONU, que recebeu permissão para entrar na cidade, descreveu a atmosfera local como de morte, destruição e desespero. |
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