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EUA retiram ação militar de proposta contra Coréia do Norte | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos retiraram de sua proposta de resolução da ONU para punir a Coréia do Norte uma cláusula que permite uma ação militar. A nova proposta, que circula entre diplomatas da ONU, é uma tentativa de conseguir o apoio da China e da Rússia para a aprovação de uma resolução em resposta ao teste nuclear norte-coreano do início desta semana. Os dois países resistiam à idéia do uso de força militar para garantir a aplicação de sanções. A nova proposta americana determina que qualquer ação militar só será tomada após a aprovação de uma nova resolução. Diplomatas esperam conseguir fechar um documento final nesta sexta-feira para submetê-lo à votação no Conselho de Segurança no sábado. Japão O governo japonês confirmou que irá impor uma série de sanções unilaterais contra a Coréia do Norte a partir desta sexta-feira. As medidas, anunciadas na quarta-feira, incluem a suspensão de exportações norte-coreanas e o fechamento de portos a navios da Coréia do Norte. Pyongyang disse que iria retaliar às sanções japonesas
Navios norte-coreanos costumavam entregam caranguejos, mariscos e cogumelos matsutake para o Japão,e retornar com bicicletas, carros usados, motos e eletrodomésticos. Os navios vão ser proibidos de aportar no Japão a partir das 00h00 de sábado (12h00 em Brasília desta sexta-feira). Esboço Os Estados Unidos também abrandaram os termos do embargo de armas, limitando a proibição de vendas para a Coréia do Sul a armamentos pesados como mísseis, tanques e helicópteros. Mas os polêmicos pontos impondo as inspeções de carga entrando e saindo da Coréia do Norte em busca de materiais que poderiam ser utilizados na fabricação de armas foram mantidos. A resolução exige que a Coréia do Norte implemente um acordo de setembro de 2005, em que país se compromete a abandonar seu programa nuclear em troca de ajuda internacional. "Fizemos progressos substanciais", disse o embaixador americano na ONU, John Bolton, depois de encontros com representantes dos outros membros-permamentes do Conselho de Segurança - Rússia, China, Grã-Bretanha e França. |
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