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Itália condiciona tropas no Líbano a cessar-fogo estável | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Itália alertou que não poderá contribuir com tropas para a força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no sul do Líbano se o Exército de Israel mantiver os ataques na região. O alerta foi dado pelo ministro das Relações Exteriores italiano, Massimo D'Alema, em entrevista ao jornal La Reppublica. "Esperamos de Israel um esforço renovado, dessa vez verdadeiramente comprometedor, para respeitar o cessar-fogo", disse o chanceler. "É justo esperar que o Hezbollah abaixe suas armas, mas não podemos enviar tropas para o Líbano se o Exército (de Israel) mantiver os ataques." Soldados israelenses atiraram em três homens que consideraram suspeitos de pertencer ao grupo militante Hezbollah. Israel disse que eles se aproximaram das tropas "de uma maneira ameaçadora". Dois deles morreram e um ficou ferido no incidente na pequena cidade de Shama. O cessar-fogo está no seu nono dia, mas ambos os lados fazem acusações mútuas de violações. Tropas O governo italiano anunciou que poderia contribuir com 2 mil ou até 3 mil tropas no sul do Líbano – cerca de um terço da força total vinda de países europeus. Esperava-se que a França fosse enviar o maior número de soldados, mas as autoridades francesas ficaram receosas quanto ao mandato da força de paz e decidiram mandar apenas 200 tropas. O primeiro-ministro da Itáliano, Romano Prodi, disse que seu país estava disposto a liderar a força internacional. O premiê afirmou ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que terá essa decisão até o fim de semana. A notícia foi recebida positivamente pelos governos libanês e israelense. A resolução 1701 da ONU pede 15 mil tropas para manter o cessar-fogo. |
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